Relacionamento aspas simples

Se o seu relacionamento ainda meio estremecido, pode ser que você ou seu parceiro estejam deixando de demonstrar aquilo que sentem. É essencial que vocês voltem a se comunicar através de gestos simples, como conversas e beijos. Um beijo sincero é uma grandiosa demonstração de amor. “O beijo é um termômetro para a saúde afetiva do casal. 20/mai/2019 - Explore a pasta 'Relacionamentos' de Inspiring Life, seguida por 2412 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Relacionamento, Conselheiro amoroso, Como beija bem. Abre Aspas: 'Jesus Cristo foi o primeiro feminista' ... atitudes violentas. É dizer que tudo vai se resolver de forma muito simples. De uma hora para outra ela deixa um bilhete na Bíblia, vai ... Dia após dia. Simples! Existir é uma tarefa complicadíssima, mas todos têm se dedicado a isso desde que chegaram ao mundo, bem ou mal. Então, vai por mim: você sabe como fazer isso. Aspas simples ou aspas duplas? (6 comentários) aspas-duplas aspas-simples php. criado por Guilherme Oderdenge ~7 anos atrás Aumentando segurança de seus formulários com o reCAPTCHA da Google (9 comentários) ... auto-relacionamento doctrine doctrine-2 orm-no-php. Ex: Thank you for you ‘help’. Notando que alguém estava espumando de tanta raiva, é possível ser irônico como em: Ex: He was ‘beaming with smiles’. Em casos nos quais já usamos aspas duplas para a frase inteira e precisamos usar aspas novamente dentro da mesma frase (marcado uma palavra, por exemplo), devemos optar por colocar aspas simples em torno da palavra-alvo. Pode até parecer besteira, mas isso é primordial para que o relacionamento siga em frente. Se parceiro preciso demonstrar que está disposto a ficar com você, custe o que custar. Se vocês estão dispostos a renunciar algo só pela “simples” presença um do outro, é bom. Ultimamente tem-se assistido a um interessse crescente no que diz respeito à ética nas empresas. Esta atenção ganhou particular importância da parte das autoras enquanto profissionais e docentes. É por isso que o interesse por este trabalho responde a uma necessidade sentida pelas autoras. A primeira diz respeito ao desenvolvimento quase explosivo acerca dos debates sobre a ética em ...

Clarão pós-"insônia"

2019.12.24 11:29 odiceuqirne Clarão pós-"insônia"

Tem sido bem difícil. Vi aos poucos minha ansiedade amenizar e os sintomas da depressão surgirem. Vi minhas primeiras relações românticas não dar nada certo e, por um tempo, eu até acreditava que estava aprendendo com elas. Deixei de ser o rapaz que abraçou o pai com um choro tímido na minha troca de cidades para ser um manteiga derretida que lacrimeja até com cenas de novela das 9. Minhas maiores paixões e dedicações adolescentes (futebol e videogame) foram largadas por falta de possibilidades, e foram mal substituídas por qualquer outra coisa que eu encontrei pela frente, no momento sendo cigarro e maconha.
Bom, meus dois anos de faculdade tão trazendo muitas experiências e uma bagagem negativa muito grande até agora. Esse último semestre foi o estopim de toda a treta psicológica. E, olha, eu dei bons passos para a frente nesse mesmo período. Se por um lado, eu comecei a fazer terapia, firmei um relacionamento, arrisquei artisticamente e fortaleci laços com os próximos, por outro lado eu comecei a pensar em suicídio com um tabu imenso de tocar no assunto, eu reprovei em três de cinco matérias na facul, eu fiquei dias sem comer, eu fiquei dias sem tomar banho e fiquei semanas dormindo num quarto recheado de roupas ao invés de chão.
Mas, para justificar o título, eu não vim falar de toda a treta. A treta mais recente foi que eu usei um LSD e ele não bateu muito bem. Não foi uma bad trip, eu não chorei, não me pesei nem nada, mas eu não consegui ser nada além do que eu já sou: um cara tímido, introspectivo, omisso, passivo. A minha preocupação e onipotência em relação as pessoas que também estavam no rolê me travou muito.
Aproximadamente uma dúzia de dias depois da experiência, aqui estou eu. Sem forças para levantar da cama ou do sofá por conta própria, a não ser que seja por vontade de mijar ou de comer. Não conseguindo reagir rápido o suficiente a pedidos simples das pessoas próximas. Ficando com um olhar perdido e tendo que constantemente me avisar do que eu iria mesmo fazer. Sem coragem de tomar decisões por mim mesmo, perdendo total a minha autonomia. Ontem (no caso domingo, pq madruguei agora e estou confuso) eu joguei futsal com a galera do ensino médio e, além de não conseguir me enturmar nem um pouco, eu errei diversas coisas bestas. Desde o meu primeiro erro, um colega me deu bronca e o choro já veio na porta dos meus olhos. Chorei imensamente ontem no banho, e foi ali que me toquei que eu realmente estava tratando o assunto suicídio de forma diferente.
Hoje foi diferente. Meu irmão esteve presente cedo no meu dia, e me convidou para carregar uns cavaletes para meu pai que tá trampando fora. Fui. Foi uma merda. Fui de chinelo e calça jeans, que era como eu estava, e tinha barro lá. Não consegui evitar, e só queria desaparecer instantaneamente. Na volta pra casa, meu irmão compartilhou um payero e um baseado comigo. Mudou um pouco minha perspectiva, por algumas horas. Não pude "aproveitar" (com muita ênfase nessas aspas) a pira do Beck porque ele tava focado em passar o cabo da internet para a casa do vizinho, que foi um pedido que eu fiz dos poucos comentários que eu fiz durante todo o dia. Eu sinceramente só queria jogar um cszin com o cabo de rede conectado... Mas enfim, depois disso meu primo veio aí e ficamos jogando Worms. Depois, no entardecer, fiquei sozinho. Meus pais estavam saindo, meu pai foi no mercado e ele perguntou se eu queria algo. Pedi um energético, e brinquei com o meu estado: "um pouco de energia vai fazer bem". Daí minha mãe saiu tbm, e eu ouvi o RPAV.3 (álbum do don l lindo) enquanto fazia malabares e depois enquanto tomava banho. No durante do banho, troquei para uma playlist de improviso e comecei a tentar colocar as coisas pra fora em forma de rima, já que eu gosto de brincar disso. Foi muito bom, funcionou bem. Mais tarde, e até às 3, eu fui o lixo de sempre e fiquei assistindo YouTube. Mas das 3 até agora, eu tô fazendo algumas coisinhas no celular. Organizei tudo. Criei umas contas novas para usar em 2020 (tipo drive, todoist, etc), organizei Spotify, baixei uns podcasts, etc. Agora estou aqui, gastando 30 minutos para escrever sobre as coisas. Claro, eu preciso dormir, em algum momento, mas hoje foi um dia bom, e isso é estranho.
Obrigado por ler, desculpe pelos erros aí nas concordâncias da vida, deve ser a sequela do lsd e tbm a falta de prática. Tenham uma boa terça, e se vc comemora o natal mais no dia 24 a noite do que no dia 25, feliz natalzito antecipado! <3
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2017.12.28 17:57 brucewaynedosuburbio Oi, Reddit. Hoje me pagaram R$ 2 mil para stalkear e descobrir tudo sobre uma pessoa. Segue meu relato de como fiz isso :)

EDIT MAIS IMPORTANTE: não me desafiem :)
EDIT IMPORTANTE: galera, comecei a receber várias mensagens de pessoas interessadas e pedindo ajudaa para encontrar amigos e amores do passado. Eu não sou profissional nisso e fiz isso como hobby, não depositem suas fichas em mim não, rs.
E outra: vou viajar agora no Ano Novo e ficar um tempo fora. Então não devo responder mais nada por aqui por um tempo. Quando voltar, vejo mensagem por mensagem e se posso ajudar ou não.
Voltando ao post original
Eu trabalho com marketing digital e sempre fui bom em caçar pessoas. Fazia isso no trabalho direito a ponto de se tornar um hobby. Brotou um cliente novo? Eu usava meus recursos para descobrir tudo o que podia sobre ele: endereço, estado civil, mídias sociais, processos, relacionamentos e por aí vai.
Isso me fez descobrir coisas interessantes. Como uma pessoa que entrevistamos para o trabalho era um bolsominion expulso da Polícia Militar acusado de assassinato (surpreendentemente absolvido, apesar de tudo apontar contra ele e seus colegas e ter até matéria de jornal sobre isso). Que o novo namorado de uma colega de trabalho frequentava um fórum de acompanhantes e tinha um perfil fake para manter contato com as primas. Que uma funcionária daqui abriu uma empresa no nome do marido e estava usando informações privilegiadas nossas para concorrer conosco em pequenas licitações.
Minha fama acabou crescendo um pouquinho até chegar em um amigo de um colega de trabalho. A missão que ele me passou? Encontrar um amor dele do segundo grau. Achei meio obsessivo, mas o cara me disse que só queria saber como ela estava, como eles haviam perdido completamente o contato por terem se formado ainda nos anos 90, sem os benefícios da internet e tal. Ele tentou contratar uma firma de detetives, mas os caras não descobriram nada com as informações que ele passou. E ele ainda morreu uma grana boa com eles.
Ele veio falar comigo e pensei, por que não? Como nunca tinha feito isso na vida, ofereci receber APENAS se descobrisse alguma coisa, apesar de geralmente rolar um adiantamento nesses casos. Segue como fiz.
Disclaimer importante: nada aqui é garantia de que vocês terão algum resultado seguindo essas dicas. Algumas pessoas têm uma pegada digital ínfima por conta da idade ou da natureza de seus afazeres profissionais/acadêmicos.
Informações que recebi: primeiro nome, um dos sobrenomes, bairro onde a pessoa morava e supostamente ainda morava, uma foto dessa pessoa no fim dos anos 2000 em uma reunião de ex-alunos dessa escola. Ele também sabia que a pessoa em questão fazia aniversário em maio. Ele desconfiava que ela havia passado para algum curso de Letras de faculdade pública do Rio de Janeiro ainda no fim dos anos 90.
Primeira fonte: o Facebook: perguntei ao cara se ele conhecia alguém de confiança que morasse no mesmo bairro que ela. Ele tinha. Essa pessoa me cedeu sua senha e login no Facebook temporariamente para ajudar na busca. A combinação de nome + sobrenome que ele tinha não dava resultado algum. Provavelmente ela usava outro sobrenome.
Aqui eu tinha duas alternativas: a mais correta, que era pegar esses dois nomes que ele tinha e consultar o registro de aprovados no curso de letras nos anos que ele indicou (1998/1999) ou visitar a antiga escola dela. Seria o método mais fácil para descobrir o nome completo dela, mas também me tomaria tempo e gasto de ficar indo fisicamente nas universidades e na escola para consultar esses registros. Eu não queria tirar a bunda da cadeira, então foi na força bruta.
Eu chutei algumas dezenas de sobrenomes. Comecei calculando o numero de perfis que acessei numa única manhã e parei de contar quanto já estava na casa dos 200. Acho que estava na casa dos 300 quando encontrei pela foto.
Páginas curtidas, fotos curtidas pela pessoa: vamos chamar a pessoa de Karen. Karen tinha um Facebook bem monótono. Parcialmente fechado, com menos de 200 amigos e pouquíssima atividade. Isso é um empecilho fodido, mas vamos lá: com a user ID dela, você consegue checar as fotos que ela curtiu a partir do link https://www.facebook.com/search/INSERIR_NÚMERO_DA_ID_AQUI/photos-liked . Também acompanhei as curtidas dela.
Assim, descobri que ela era espírita e seguia as páginas de alguns centros espíritas. Nos comentários de fotos dela - as poucas abertas - vi pessoas mencionando encontrá-la no tal centro espírita, mas sem mencionar o nome dele. Chequei as fanpages de todos os centros e revirei as fotos dos eventos até descobrir que não só ela era membro assídua de um deles, mas também era médium de um deles. Consegui até para ele os horários em que ela atendia no centro.
Pelas páginas curtidas, também descobri um bocado sobre ela: que ela tinha um filho, que ela era espírita e de esquerda, que ela fora abandonada pelo marido. que seguia várias páginas de concurseiros, que gostava de ler literatura hot, que aparentemente sofria de depressão.
Nosso amigo Google: sabendo o primeiro nome dela, o sobrenome que esse cliente lembrava e o que ela usava no Facebook, juntei os três para fazer algumas combinações de pesquisa no Google. Sempre usando aspas e tentando fazer diferentes buscas.
"Karen" "Santos" "Amoedo"
"Karen dos Santos" "Amoedo"
"Karen Amoedo" "Dos santos"
Como eu sabia o ano aproximado em que ela nasceu e o suposto mês, jogava a data junto também com um dia aleatório: "13/05/198X".
Não demorou muito para rolar o bingo. Karen dos Santos Souza Amoedo, nascida em 24/05/198X. A informação veio na lista de aprovados de um concurso público de alguns anos atrás.
A partir daí, foi uma chuva de resultados. Descobri as exonerações e contratações dela em diferentes cargos federais e estaduais por conta dos Diários Oficiais, que ela foi assistente administrativa em uma faculdade daqui por alguns anos, passou em outro concurso e migrou para outra instituição.
A partir dos editais de cada concurso e o LoveMondays, identifiquei também o salário estimado que ela ganhava em cada um deles sem grandes dificuldades.
O Google retorna muita coisa boa. Registros em cartório, processos, empresas no seu nome, uma caralhada de coisa. Numa dessas buscas, encontrei o perfil dela no Youtube, que era aberto e tinha várias informações de coisas que ela gostava: hobbies, canais sobre depressão e espiritismo, plano de estudos para concursos públicos e por aí vai.
CPF é seu amigo
Hoje, é muito fácil no Brasil você consultar informações de pessoas por CPF em sites como o CC Fácil. Seu próximo passo então é descobrir o CPF da pessoa em questão.
Aqui é muito 8 ou 80. Muita gente tem o CPF largado pela internet por milhões de razões: alguma citação em ação judicial, diário oficial, burrice, uns bancos cadastrais que se encontram por aí. O meu, por exemplo, não está disponível em lugar algum.
No caso dessa pessoa em questão, jogar o "Karen dos Santos Souza Amoedo" (lembrando que o nome é fictício :) ) rendeu algumas dezenas de resultados e, num deles, havia o CPF da pessoa em questão. Fui lá eu no CC Fácil fazer a consulta.
Tem duas coisas SUPER importantes sobre o CCFácil:
O resultado? O endereço de casado dela, o atual endereço, o celular, o telefone fixo, alguns detalhes sobre a vida financeira dela.
A interpretação das informações: só nessa brincadeira aí já estava terminado o serviço, mas decidi ir mais a fundo e ver o que mais conseguia descobrir. Muita coisa é subjetiva e fruto de algumas migalhas de informação que a gente precisa interpretar, é quase como contar uma história mesmo.
Eu consegui acertar o perfil básico dela quase que por inteiro. A conclusão que cheguei foi que Karen casou-se com 20 e poucos anos, teve um filho e se separou em algum momento. Não consegui descobrir o nome do cônjuge, mas acho que poderia ter ido mais longe se recorresse aos cartórios da região. A depressão veio depois da separação, aparentemente com o filho ainda pequeno (hoje adolescente).
Pela descrição que ele me deu, ela parecia pouquíssimo religiosa nos tempos de escola. Concluí que a religião foi a forma que ela encontrou de enfrentar a depressão. Ela jamais exerceu a profissão pela qual se formou, se limitando a fazer vários concursos públicos para assistente administrativo, sempre mirando bem baixo. O salário mais alto da carreira dela foi R$ 2700~R$3100, já com as gratificações inclusas, pelo que consegui achar.
Ela conseguiu manter o peso após a gravidez, pelas fotos que encontrei. Mas a separação e a possível depressão fizeram ela engordar bastante. Ela também seguia várias páginas de comida orgânica e dietas saudáveis, mas não parecia estar fazendo muito efeito.
O que mais consegui?: liguei para a entidade pública onde ela trabalhava me identificando como funcionário dos Correios. Queria confirmar o endereço dela e a unidade daquela repartição onde ela trabalhava, já que era uma instituição bem grande. Falei que tinha uma encomenda no nome dela como endereço errado e que seria devolvido ao remetente, mas que aquele era o único telefone de contato. Nego se desdobrou e conseguiu me passar exatamente onde ela trabalhava e o ramal dela. Essa instituição tem várias unidades diferentes espalhadas pela cidade.
Queria confirmar o endereço que havia descoberto pelo CPF, mas também quis testar a ingenuidade dela. Dei outro endereço próximo no bairro em que ela mora, dei o nome do remetente como uma loja de apostilas de concursos públicos (com base nos interesses dela que escavei). Ela acreditou na hora e me passou o endereço certo, confirmando o segundo endereço que recebi na consulta da CC Fácil. Talvez o primeiro fosse dos tempos de casada.
Além disso tudo, com uma foto taggeada de uma amiga, descobri a escola onde o filho dela estuda. E que ele é meio geek/otaku (imagina se o cara tá no sub, hehe).
Acertei tudo? Da minha interpretação, só errei o espiritismo como válvula de escape para a depressão após o fim do casamento. Na verdade, o espiritismo foi a resposta que ela encontrou para a morte do pai há alguns anos.
Por que estou postando isso aqui?
Várias razões:
Sim, é meio creepy. Bem creepy, na verdade. Mas eu fiquei satisfeito com o resultado e espero que os dois se deem bem. E que ele não seja um psicopata ou mate ela, senão vou ficar com uma dor na consciência fodida. Mas pelo menos ganhei R$ 2 mil por basicamente um dia de trabalho :)
Vai funcionar comigo?
Aí vai um depende gigantesco, como eu disse lá em cima. Eu tenho uma vida bem ativa nas redes sociais e me recrimino por isso. É bem fácil saber bastante sobre mim e descobrir coisa sobre a minha vida. Mas a minha esposa, por exemplo, tem uma pegada digital mínima. Trabalha na iniciativa privada, em uma empresa pequena, não tem empresas no seu nome, não faz concursos públicos, não tem uma profissão que coloque o nome dela na internet repetidamente, não é chegada às redes sociais.
Se meu alvo em questão fosse a minha esposa, provavelmente eu não conseguiria porra nenhuma. Minha dica? Se vocês têm algo comprometedor e querem esconder, ou até simplesmente querem proteger sua privacidade, comecem a buscar essas informações sobre vocês disponíveis por aí e apaguem elas. Se você quer encontrar alguém, é só ser perseverante. A internet é um mar de informação.
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