Bom data partidos

Alguns dos partidos que estarão em foco no pleito municipal deste ano, em Ipatinga, divulgaram as datas de suas convenções. Após o adiamento das Eleições Municipais, que terão o 1º turno no dia 15 de novembro, as convenções para a escolha de candidatos a prefeito e vereador foram marcadas para o período entre 31 de agosto e 16 de setembro. Como as realizações das convenções partidárias já estão autorizadas desde a última segunda-feira (15), os partidos políticos começaram a marcar as datas que de fato os pré-candidatos passam a ser candidatos de fato, tanto na proporcional (vereadores) quanto na majoritária, candidatos a prefeito. Partidos e sociedade civil acusam MPLA de falta de vontade política para realizar eleições autárquicas em 2020. Lusa. ... data que foi anunciada, em 2018, pelo Presidente angolano, João Lourenço, numa reunião do Conselho da República. ... o que de todo não seria bom', disse. Caso os partidos políticos ou coligações não tenham requerido o registro de algum candidato escolhido em convenção, a data-limite para a formalização individual do registro perante o TSE ... Na Guiné-Bissau, 13 dos 21 partidos que concorrem às eleições de domingo (10.03) não respeitam a lei da paridade. Mas o Movimento Mais Mulheres não perde a esperança e apela à eleição de ... Partidos definem vices em Vitória, Cariacica e Vila Velha para eleições municipais Em Vitória, Pazolini escolhe capitã da PM para ser vice em chapa. Em Cariacica, Marcos Bruno define vice da própria Rede, e acordo constante em ata entregue à Justiça Eleitoral pelo DEM cria desconforto na coligação Na Zambézia, a RENAMO alerta a FRELIMO para não fazer acusações que possam pôr em causa o processo de reconciliação. Nos últimos dias, os dois partidos voltaram a trocar farpas devido aos ... Partidos e sociedade civil angolana acusam MPLA de falta de vontade política para realizar eleições autárquicas em 2020. Lusa. ... data que foi anunciada, em 2018, pelo Presidente angolano, João Lourenço, numa reunião do Conselho da República. ... o que de todo não seria bom', disse. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que termina hoje (16) o prazo para os partidos realizarem suas convenções internas para escolherem os candidatos que vão disputar os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores nas eleições municipais de novembro. A Justiça Eleitoral espera receber mais de 700 mil registros de candidaturas no pleito deste ano. A moça, então, casando com um bom partido, estaria resguardada para o resto da vida até que a morte os separasse. Mas no mundo da política, essa doença de “partido bom” e “partido ruim” se tornou uma guerra entre homens e mulheres, que no fim das contas não leva a nada. Absolutamente nada. Sou a favor de não termos partidos.

Dados são o novo Petróleo: num futuro próximo, seu histórico online vai destruir sua liberdade (não só para Chineses)

2019.12.14 18:16 JairBolsogato Dados são o novo Petróleo: num futuro próximo, seu histórico online vai destruir sua liberdade (não só para Chineses)

Todos os dias você voluntariamente fornece centenas de items de dados para empresas gigantes de bilhões de dólares.

No pior cenário possível, como todos esses dados poderiam ser usados ​​contra você se alguma empresa ou talvez o governo tivesse motivação para fazê-lo? A resposta pode ser aterradora.
Vamos dar uma olhada onde já estão usando os dados das pessoas para testar os limites dos direitos humanos: China.
A China é dirigida por um partido comunista e eles começaram a mostrar ao mundo o quão distópico um país pode se tornar na era digital. Você já deve ter ouvido falar sobre o sistema de crédito social atualmente sendo testado em toda a China. Essa idéia existe desde 2001 e espera-se que esteja totalmente operacional em toda a China continental até 2020, afetando e controlando 1,4 bilhão de pessoas.
Caso você não tenha ouvido falar disso, aqui está uma rápida descrição: cada cidadão recebe uma pontuação de crédito social que é semelhante à pontuação de crédito financeiro que temos no Ocidente que aria de 350 a 950. O cidadão pode aumentar sua pontuação de crédito social realizando boas ações, como denunciando crimes, doando sangue e executando feitos heróicos (e o que eles consideram heróico?).
Mas a pontuação cairá se o cidadão passar a cometer crimes, atravessar o cruzamento com sinal vermelho, falar alto em público ou jogar pontas de cigarro ou fruta no chão. Mas isso fica ainda mais assustador ao vermos que o objetivo é que todo o sistema seja automatizado e a China está trabalhando com empresas privadas para desenvolver ativamente sistemas de Inteligência Artificial que monitoram cidadãos 24 horas por dia online e offline.
A China atualmente possui a maior rede de câmeras do mundo, com mais de 200 milhões de câmeras atualmente instaladas em todo o país e o governo diz que pretende aumentar para 600 milhões até 2020. Mas esse sistema de câmeras da China tem uma diferença perturbadora, pois é alimentado por inteligência artificial. O sistema na China pode reconhecer rostos em uma fração de segundo e combiná-lo com um enorme banco de dados de mais de um bilhão de pessoas.
Ele pode até reconhecer o que as pessoas estão fazendo em tempo real, se estão atravessando a rua ilegalmente, se eles estão discutindo com alguém que a câmera reconhece e, se detectar tal atividade, pode deduzir automaticamente alguns pontos da pontuação de crédito social dos indivíduos. As câmeras são capazes de reconhecer os números das placas e podem fazer exatamente o mesmo por mau comportamento ao dirigir.
O sistema de crédito também abrange processadores de pagamento chineses, como o Ali Pay, que ajudaram o governo a desenvolver algoritmos que podem ajustar automaticamente a pontuação de crédito social de um indivíduo com base no seu padrão de consumo, por exemplo, se alguém compra regularmente cerveja e pode indicar que é alcoólatra. Assim, os pontos também serão deduzidos pela compra de muitos videogames e cerveja se forem uma grande parte do gasto mensal (isso me deixaria completamente ferrado!)
Se uma mulher comprar fraldas, de acordo com o governo, isso indica personalidade responsável e, assim, sua pontuação de crédito social receberá um impulso automático. Se um indivíduo se casa com alguém com uma pontuação de crédito social mais baixa do que ele, a pontuação mais alta é puxada para baixo.
Como você pode imaginar, esse sistema aterrorizante atua no mundo on-line. O governo chinês monitora as postagens de mídia social e a atividade de navegação na web de todos os seus cidadãos. Se eles postarem algo negativo sobre a China ou o Partido Comunista, sua pontuação será reduzida da mesma forma que qualquer atividade on-line que a China julgue negativa, como enviar posts com raiva ou simplesmente visitar os vários sites, isso colocará marcas negras nos registros com baixa pontuação.
As pessoas com classificações de crédito social baixas são expostas e envergonhadas em grandes outdoors digitais públicos em shopping centers, nas estações de trem. Eles mostram os nomes dos rostos dos residentes locais com as pontuações mais baixas. Existe até um aplicativo móvel que mostra os nomes e os locais de qualquer pessoa com uma pontuação baixa. Na sua vizinhança em tempo real, os chamados cidadãos-modelo serão venerados em outdoors nas praças da cidade.
Se a pontuação de crédito social cai abaixo de um certo limite, o cidadão é automaticamente colocado em uma lista negra. Esses indivíduos são proibidos de comprar bilhetes de trem ou avião. Eles não podem solicitar um empréstimo ou alugar um apartamento. Talvez nem consigam mais serviço de telefone e mídias sociais pois as contas são fechadas.

Eles são efetivamente forçados para fora da sociedade e se tornam prisioneiros dentro de sua própria casa, geralmente sem cometer nenhum crime.

Outra parte assustadora do sistema de crédito social da China não é o sistema em si, mas como o povo da China parece aceitar isso abertamente. Sempre que jornalistas ocidentais entrevistaram cidadãos chineses tudo o que eles faziam era elogiar o quanto isso melhorou suas vidas e a comunidade. Chineses que escaparam do sistema contam uma história completamente diferente e ainda mais distópica. Falar negativamente sobre o sistema é motivo para represálias.
Todo esse sistema naturalmente parece mais totalitário para qualquer ocidental, porque somos criados com liberdades genuínas e uma mentalidade individualista, enquanto a China tem uma história do estado governando com punho de ferro e o povo é criado com uma mentalidade coletivista onde o estado é priorizado sobre qualquer indivíduo.
Não se sabe se um sistema de crédito social seria ou não implementado no Ocidente por causa dos direitos humanos básicos. Todos esperamos que não seja, mas...

...a quantidade de dados que você entrega voluntariamente para as empresas do Vale do Silício todos os dias significa que eles têm um retrato digital de quem você é prontinho para ativar um sistema de crédito social.

Amanhã, se eles ou o governo desejarem, o Google conhece seus movimentos, o que você procura e que tipo de vídeo você gosta de assistir. O Facebook sabe quem são seu amigos e familiares, os sites que você visita, seus gostos e o que você detesta, suas esperanças e temores. Google, Apple e Facebook conhecem seus hábitos exatos de consumo, dependendo de você ter vinculado seu cartão a qualquer um dos serviços deles e isso é apenas a superfície do problema.
Algoritmos complexos de IA podem ser usados por essas empresas para extrair dados sobre você que nem mesmo você sabe sobre si mesmo. Eles podem prever quando as mulheres estão grávidas com base nas compras recentes, às vezes antes que a mãe saiba. Podem prever onde você está indo de férias antes mesmo de pensar em fazer uma reserva.
A China difere ideologicamente do Ocidente por usar todos esses dados pessoais para dar ao Estado maior controle sobre o povo, mas os EUA e a maior parte da Europa usam esses mesmos dados para vender produtos para pessoas, o que eu acho que é um pouco melhor do que colocar pessoas na maior prisão a céu aberto do mundo.
Você deve ter notado como os chamados anúncios personalizados seguem você pela web. Se você assistir a um vídeo no YouTube sobre o smartphone mais recente, será bombardeado com anúncios desse telefone durante a próxima semana. Os anúncios podem ter anunciantes assustadoramente específicos - se quiserem podem optar por segmentar os anúncios para donas de gatos com excesso de peso que moram em uma determinada rua e de idades entre 50 e 54 anos e têm uma preferência secreta pelos MCs Jhowzinho & Kadinho.
Acredite ou não, essa é apenas a ponta do iceberg nas próximas décadas. A publicidade se tornará mais direcionada a você e mais integrada ao longo de sua vida cotidiana, chegando ao ponto em que não dá pra saber o que é e o que não é um anúncio no caminho do seu trabalho. Se você comeu cereal da marca X de manhã, o anúncio saberá disso e, amanhã, vai sugerir você experimentar o cereal da marca Y.
Além disso, seu SmartWatch continuará coletando pistas biométricas para saber como você se sentiu e onde quer que você tenha respondido positiva ou negativamente. Essas informações serão automaticamente transmitidas para que eles saibam se devem ou não mostrar um anúncio ou anúncios semelhantes novamente no futuro. Não importará o que você deseja, mas serão baseados em suas emoções e em como você se sente dia após dia, minuto a minuto.
A tecnologia inteligente e vestível provavelmente será capaz de dizer quando você está tendo um bom dia e quando você você está se sentindo um pouco desanimado e seu humor afetará a publicidade que você recebe em tempo real. Se você estiver otimista e extrovertido, poderá receber anúncios de espetáculos teatrais locais, mas se não estiver com disposição para sair naquela noite, provavelmente receberá anúncios de um novo filme que você pode alugar na sua Smart TV, talvez ao lado de outro anúncio de pizza.
Mas e se seus dados forem usados ​​para mais do que anúncios?

A primeira maneira que seus dados poderiam ser - e já estão sendo - usados ​​contra você é no sistema judicial.

Os depoimentos de testemunhas oculares estão repletos de questões que comprovadamente não são confiáveis ​​por vários motivos, mas o que é extremamente confiável é que a polícia de dados digitais está cada vez mais usando dados coletados de telefones de pessoas e vários dispositivos inteligentes para coletar evidências.
Em um caso judicial recentemente uma mulher na Pensilvânia acusou um homem de estuprá-la durante o sono, mas quando a polícia examinou os registros de dados de sua pulseira Fitbit, revelou que ela estava acordada e passeava no momento em que relatou que o estupro aconteceu. Em vez de o homem ser acusado a mulher foi acusada de falsas denúncias e adulteração de provas. Se não fosse por seu Fitbit, ela poderia ter se safado.
No Ocidente, os bancos e várias empresas financeiras já usam um sistema de pontuação de crédito para decidir se empresta ou não dinheiro a um indivíduo, mas é bastante unidimensional. Ele verifica seu histórico de endereços, seu histórico de votação e o quão bom você tem sido em pagar empréstimos no passado.
Mas há uma nova agência de referência de crédito aos credores, uma empresa sediada em Cingapura que atualmente opera apenas em economias emergentes como o México, Filipinas e Colômbia. Se for um modelo mais lucrativo que o das indústrias tradicionais de pontuação de crédito, será difícil impedir que ele entre nos demais mercados.
Em vez de analisar seus empréstimos, ele analisa seu círculo social, olha de quem você é amigo, o que eles fazem, vê seus hobbies e comportamentos. A idéia é que, se você se cerca de pessoas de "mau viver" (de má reputação, envolvidos em crimes, etc), é menos provável que você seja financeiramente responsável e pague seu empréstimo e assim receberá uma pontuação de crédito baixa.
Mas se o seu círculo de amizades consistir de médicos e advogados que se reúnem no fim de semana, você receberá as melhores notas e a maior pontuação de crédito. Esse tipo de Big Data social continua a entrar no mundo da tecnologia financeira.
Ficará cada vez mais difícil diferenciar do que a China está fazendo agora e aqueles que sofrerão mais serão os jovens de hoje, a próxima geração.
Todos que passaram a maior parte de sua infância no milênio anterior (antes de 2000) só começaram a usar as mídias sociais depois de atingirem a idade adulta. Portanto, a maioria dos dados que eles inseriram na nuvem ameaçadora foi depois da adolescência e esse é o grande problema.
A grande maioria dos dados nunca desaparece. É possível ver os seus tweets e posts no Facebook e e-mails de há mais de 10 anos. Mesmo que você exclua suas contas, elas geralmente permanecem em um servidor em algum lugar do mundo sempre à espreita de sua vida.

A idade em que você começou a publicar on-line importa na questão dos seus dados serem usados ​​contra você por um simples motivo: todos somos bastante idiotas quando adolescentes.

Quando você tem 15 anos e acha que sabe tudo, cada publicação de mídia social sua, aos seus olhos é uma obra-prima para as massas. Então você chega aos 20 anos, olha para trás em todas essas postagens e se encolhe dolorosamente ao ver seu antigo eu.
Agora as mídias sociais e a Internet se tornaram uma parte tão intrínseca da sociedade que é quase impossível que uma criança cresça sem estar um pouco imersa nelas. Hoje, os jovens vivem toda a infância on-line, todas as conversas e atos desde a infância, idade adulta e além estão conectados à esfera dos dados por toda a eternidade, ao contrário da prévia geração.

Os jovens de hoje vão crescer com uma enciclopédia de material embaraçoso e condenador, que eles ou qualquer outra pessoa pode olhar para trás com uma simples pesquisa na Internet.

Isso já está sendo usado agora. Algumas empresas de seguros de saúde estão vasculhando a mídia social das pessoas para verificar se alguma vez postaram sobre ou aludiram a problemas de saúde mental. Mesmo que tenham feito um tweet negativo 10 anos atrás sobre seu estado mental, poderão ter recusada cobertura d​​o seguro de saúde ou serão cobradas uma taxa extra pesada.
Já há pesquisas revelando que pelo menos 70% dos empregadores usam as mídias sociais para selecionar candidatos a emprego. Você poderia recusar um emprego simplesmente porque você fez um post que poderia ter sido considerado racista quando você tinha 14 anos, mesmo que aquela pessoa fosse uma mera sombra da pessoa que você é hoje adulto.
A parte mais assustadora é que esse processo de triagem se tornou completamente automatizado usando a IA. Algumas startups desenvolveram esses algoritmos e já têm serviços on-line que os empregadores podem usar para fazer uma verificação abrangente dos antecedentes sociais de qualquer pessoa simplesmente digitando seu nome. O relatório ainda inclui uma pontuação de confiança gerada por computador.
Isso não apenas lembra da pontuação de crédito social da China, mas é só uma amostra do que é possível usando seus dados e ficará mais intenso e mais controlado à medida que os algoritmos melhorarem e os tesouros de dados se aprofundarem nos próximos anos.
Dados são o novo petróleo. Mais legislação pode ser necessária para transferir a propriedade dos dados das corporações para os indivíduos que os fornecem, mas até isso acontecer (se é que vai acontecer), cabe a você e a si próprio proteger seus próprios dados e decidir se é realmente importante postar fotos das suas refeições mais recentes.

Daqui a cinco anos você poderá estar lutando para limpar seu registro online.

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2019.12.14 18:13 JairBolsogato Dados são o novo Petróleo: num futuro próximo, seu histórico online vai destruir sua liberdade (não só para Chineses)

Todos os dias você voluntariamente fornece centenas de items de dados para empresas gigantes de bilhões de dólares.

No pior cenário possível, como todos esses dados poderiam ser usados ​​contra você se alguma empresa ou talvez o governo tivesse motivação para fazê-lo? A resposta pode ser aterradora.
Vamos dar uma olhada onde já estão usando os dados das pessoas para testar os limites dos direitos humanos: China.
A China é dirigida por um partido comunista e eles começaram a mostrar ao mundo o quão distópico um país pode se tornar na era digital. Você já deve ter ouvido falar sobre o sistema de crédito social atualmente sendo testado em toda a China. Essa idéia existe desde 2001 e espera-se que esteja totalmente operacional em toda a China continental até 2020, afetando e controlando 1,4 bilhão de pessoas.
Caso você não tenha ouvido falar disso, aqui está uma rápida descrição: cada cidadão recebe uma pontuação de crédito social que é semelhante à pontuação de crédito financeiro que temos no Ocidente que aria de 350 a 950. O cidadão pode aumentar sua pontuação de crédito social realizando boas ações, como denunciando crimes, doando sangue e executando feitos heróicos (e o que eles consideram heróico?).
Mas a pontuação cairá se o cidadão passar a cometer crimes, atravessar o cruzamento com sinal vermelho, falar alto em público ou jogar pontas de cigarro ou fruta no chão. Mas isso fica ainda mais assustador ao vermos que o objetivo é que todo o sistema seja automatizado e a China está trabalhando com empresas privadas para desenvolver ativamente sistemas de Inteligência Artificial que monitoram cidadãos 24 horas por dia online e offline.
A China atualmente possui a maior rede de câmeras do mundo, com mais de 200 milhões de câmeras atualmente instaladas em todo o país e o governo diz que pretende aumentar para 600 milhões até 2020. Mas esse sistema de câmeras da China tem uma diferença perturbadora, pois é alimentado por inteligência artificial. O sistema na China pode reconhecer rostos em uma fração de segundo e combiná-lo com um enorme banco de dados de mais de um bilhão de pessoas.
Ele pode até reconhecer o que as pessoas estão fazendo em tempo real, se estão atravessando a rua ilegalmente, se eles estão discutindo com alguém que a câmera reconhece e, se detectar tal atividade, pode deduzir automaticamente alguns pontos da pontuação de crédito social dos indivíduos. As câmeras são capazes de reconhecer os números das placas e podem fazer exatamente o mesmo por mau comportamento ao dirigir.
O sistema de crédito também abrange processadores de pagamento chineses, como o Ali Pay, que ajudaram o governo a desenvolver algoritmos que podem ajustar automaticamente a pontuação de crédito social de um indivíduo com base no seu padrão de consumo, por exemplo, se alguém compra regularmente cerveja e pode indicar que é alcoólatra. Assim, os pontos também serão deduzidos pela compra de muitos videogames e cerveja se forem uma grande parte do gasto mensal (isso me deixaria completamente ferrado!)
Se uma mulher comprar fraldas, de acordo com o governo, isso indica personalidade responsável e, assim, sua pontuação de crédito social receberá um impulso automático. Se um indivíduo se casa com alguém com uma pontuação de crédito social mais baixa do que ele, a pontuação mais alta é puxada para baixo.
Como você pode imaginar, esse sistema aterrorizante atua no mundo on-line. O governo chinês monitora as postagens de mídia social e a atividade de navegação na web de todos os seus cidadãos. Se eles postarem algo negativo sobre a China ou o Partido Comunista, sua pontuação será reduzida da mesma forma que qualquer atividade on-line que a China julgue negativa, como enviar posts com raiva ou simplesmente visitar os vários sites, isso colocará marcas negras nos registros com baixa pontuação.
As pessoas com classificações de crédito social baixas são expostas e envergonhadas em grandes outdoors digitais públicos em shopping centers, nas estações de trem. Eles mostram os nomes dos rostos dos residentes locais com as pontuações mais baixas. Existe até um aplicativo móvel que mostra os nomes e os locais de qualquer pessoa com uma pontuação baixa. Na sua vizinhança em tempo real, os chamados cidadãos-modelo serão venerados em outdoors nas praças da cidade.
Se a pontuação de crédito social cai abaixo de um certo limite, o cidadão é automaticamente colocado em uma lista negra. Esses indivíduos são proibidos de comprar bilhetes de trem ou avião. Eles não podem solicitar um empréstimo ou alugar um apartamento. Talvez nem consigam mais serviço de telefone e mídias sociais pois as contas são fechadas.

Eles são efetivamente forçados para fora da sociedade e se tornam prisioneiros dentro de sua própria casa, geralmente sem cometer nenhum crime.

Outra parte assustadora do sistema de crédito social da China não é o sistema em si, mas como o povo da China parece aceitar isso abertamente. Sempre que jornalistas ocidentais entrevistaram cidadãos chineses tudo o que eles faziam era elogiar o quanto isso melhorou suas vidas e a comunidade. Chineses que escaparam do sistema contam uma história completamente diferente e ainda mais distópica. Falar negativamente sobre o sistema é motivo para represálias.
Todo esse sistema naturalmente parece mais totalitário para qualquer ocidental, porque somos criados com liberdades genuínas e uma mentalidade individualista, enquanto a China tem uma história do estado governando com punho de ferro e o povo é criado com uma mentalidade coletivista onde o estado é priorizado sobre qualquer indivíduo.
Não se sabe se um sistema de crédito social seria ou não implementado no Ocidente por causa dos direitos humanos básicos. Todos esperamos que não seja, mas...

...a quantidade de dados que você entrega voluntariamente para as empresas do Vale do Silício todos os dias significa que eles têm um retrato digital de quem você é prontinho para ativar um sistema de crédito social.

Amanhã, se eles ou o governo desejarem, o Google conhece seus movimentos, o que você procura e que tipo de vídeo você gosta de assistir. O Facebook sabe quem são seu amigos e familiares, os sites que você visita, seus gostos e o que você detesta, suas esperanças e temores. Google, Apple e Facebook conhecem seus hábitos exatos de consumo, dependendo de você ter vinculado seu cartão a qualquer um dos serviços deles e isso é apenas a superfície do problema.
Algoritmos complexos de IA podem ser usados por essas empresas para extrair dados sobre você que nem mesmo você sabe sobre si mesmo. Eles podem prever quando as mulheres estão grávidas com base nas compras recentes, às vezes antes que a mãe saiba. Podem prever onde você está indo de férias antes mesmo de pensar em fazer uma reserva.
A China difere ideologicamente do Ocidente por usar todos esses dados pessoais para dar ao Estado maior controle sobre o povo, mas os EUA e a maior parte da Europa usam esses mesmos dados para vender produtos para pessoas, o que eu acho que é um pouco melhor do que colocar pessoas na maior prisão a céu aberto do mundo.
Você deve ter notado como os chamados anúncios personalizados seguem você pela web. Se você assistir a um vídeo no YouTube sobre o smartphone mais recente, será bombardeado com anúncios desse telefone durante a próxima semana. Os anúncios podem ter anunciantes assustadoramente específicos - se quiserem podem optar por segmentar os anúncios para donas de gatos com excesso de peso que moram em uma determinada rua e de idades entre 50 e 54 anos e têm uma preferência secreta pelos MCs Jhowzinho & Kadinho.
Acredite ou não, essa é apenas a ponta do iceberg nas próximas décadas. A publicidade se tornará mais direcionada a você e mais integrada ao longo de sua vida cotidiana, chegando ao ponto em que não dá pra saber o que é e o que não é um anúncio no caminho do seu trabalho. Se você comeu cereal da marca X de manhã, o anúncio saberá disso e, amanhã, vai sugerir você experimentar o cereal da marca Y.
Além disso, seu SmartWatch continuará coletando pistas biométricas para saber como você se sentiu e onde quer que você tenha respondido positiva ou negativamente. Essas informações serão automaticamente transmitidas para que eles saibam se devem ou não mostrar um anúncio ou anúncios semelhantes novamente no futuro. Não importará o que você deseja, mas serão baseados em suas emoções e em como você se sente dia após dia, minuto a minuto.
A tecnologia inteligente e vestível provavelmente será capaz de dizer quando você está tendo um bom dia e quando você você está se sentindo um pouco desanimado e seu humor afetará a publicidade que você recebe em tempo real. Se você estiver otimista e extrovertido, poderá receber anúncios de espetáculos teatrais locais, mas se não estiver com disposição para sair naquela noite, provavelmente receberá anúncios de um novo filme que você pode alugar na sua Smart TV, talvez ao lado de outro anúncio de pizza.
Mas e se seus dados forem usados ​​para mais do que anúncios?

A primeira maneira que seus dados poderiam ser - e já estão sendo - usados ​​contra você é no sistema judicial.

Os depoimentos de testemunhas oculares estão repletos de questões que comprovadamente não são confiáveis ​​por vários motivos, mas o que é extremamente confiável é que a polícia de dados digitais está cada vez mais usando dados coletados de telefones de pessoas e vários dispositivos inteligentes para coletar evidências.
Em um caso judicial recentemente uma mulher na Pensilvânia acusou um homem de estuprá-la durante o sono, mas quando a polícia examinou os registros de dados de sua pulseira Fitbit, revelou que ela estava acordada e passeava no momento em que relatou que o estupro aconteceu. Em vez de o homem ser acusado a mulher foi acusada de falsas denúncias e adulteração de provas. Se não fosse por seu Fitbit, ela poderia ter se safado.
No Ocidente, os bancos e várias empresas financeiras já usam um sistema de pontuação de crédito para decidir se empresta ou não dinheiro a um indivíduo, mas é bastante unidimensional. Ele verifica seu histórico de endereços, seu histórico de votação e o quão bom você tem sido em pagar empréstimos no passado.
Mas há uma nova agência de referência de crédito aos credores, uma empresa sediada em Cingapura que atualmente opera apenas em economias emergentes como o México, Filipinas e Colômbia. Se for um modelo mais lucrativo que o das indústrias tradicionais de pontuação de crédito, será difícil impedir que ele entre nos demais mercados.
Em vez de analisar seus empréstimos, ele analisa seu círculo social, olha de quem você é amigo, o que eles fazem, vê seus hobbies e comportamentos. A idéia é que, se você se cerca de pessoas de "mau viver" (de má reputação, envolvidos em crimes, etc), é menos provável que você seja financeiramente responsável e pague seu empréstimo e assim receberá uma pontuação de crédito baixa.
Mas se o seu círculo de amizades consistir de médicos e advogados que se reúnem no fim de semana, você receberá as melhores notas e a maior pontuação de crédito. Esse tipo de Big Data social continua a entrar no mundo da tecnologia financeira.
Ficará cada vez mais difícil diferenciar do que a China está fazendo agora e aqueles que sofrerão mais serão os jovens de hoje, a próxima geração.
Todos que passaram a maior parte de sua infância no milênio anterior (antes de 2000) só começaram a usar as mídias sociais depois de atingirem a idade adulta. Portanto, a maioria dos dados que eles inseriram na nuvem ameaçadora foi depois da adolescência e esse é o grande problema.
A grande maioria dos dados nunca desaparece. É possível ver os seus tweets e posts no Facebook e e-mails de há mais de 10 anos. Mesmo que você exclua suas contas, elas geralmente permanecem em um servidor em algum lugar do mundo sempre à espreita de sua vida.

A idade em que você começou a publicar on-line importa na questão dos seus dados serem usados ​​contra você por um simples motivo: todos somos bastante idiotas quando adolescentes.

Quando você tem 15 anos e acha que sabe tudo, cada publicação de mídia social sua, aos seus olhos é uma obra-prima para as massas. Então você chega aos 20 anos, olha para trás em todas essas postagens e se encolhe dolorosamente ao ver seu antigo eu.
Agora as mídias sociais e a Internet se tornaram uma parte tão intrínseca da sociedade que é quase impossível que uma criança cresça sem estar um pouco imersa nelas. Hoje, os jovens vivem toda a infância on-line, todas as conversas e atos desde a infância, idade adulta e além estão conectados à esfera dos dados por toda a eternidade, ao contrário da prévia geração.

Os jovens de hoje vão crescer com uma enciclopédia de material embaraçoso e condenador, que eles ou qualquer outra pessoa pode olhar para trás com uma simples pesquisa na Internet.

Isso já está sendo usado agora. Algumas empresas de seguros de saúde estão vasculhando a mídia social das pessoas para verificar se alguma vez postaram sobre ou aludiram a problemas de saúde mental. Mesmo que tenham feito um tweet negativo 10 anos atrás sobre seu estado mental, poderão ter recusada cobertura d​​o seguro de saúde ou serão cobradas uma taxa extra pesada.
Já há pesquisas revelando que pelo menos 70% dos empregadores usam as mídias sociais para selecionar candidatos a emprego. Você poderia recusar um emprego simplesmente porque você fez um post que poderia ter sido considerado racista quando você tinha 14 anos, mesmo que aquela pessoa fosse uma mera sombra da pessoa que você é hoje adulto.
A parte mais assustadora é que esse processo de triagem se tornou completamente automatizado usando a IA. Algumas startups desenvolveram esses algoritmos e já têm serviços on-line que os empregadores podem usar para fazer uma verificação abrangente dos antecedentes sociais de qualquer pessoa simplesmente digitando seu nome. O relatório ainda inclui uma pontuação de confiança gerada por computador.
Isso não apenas lembra da pontuação de crédito social da China, mas é só uma amostra do que é possível usando seus dados e ficará mais intenso e mais controlado à medida que os algoritmos melhorarem e os tesouros de dados se aprofundarem nos próximos anos.
Dados são o novo petróleo. Mais legislação pode ser necessária para transferir a propriedade dos dados das corporações para os indivíduos que os fornecem, mas até isso acontecer (se é que vai acontecer), cabe a você e a si próprio proteger seus próprios dados e decidir se é realmente importante postar fotos das suas refeições mais recentes.

Daqui a cinco anos você poderá estar lutando para limpar seu registro online.

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2019.09.17 13:32 Zaigard O Novo Aeroporto de Lisboa no Montijo [Discussão]

Bom dia,
Ontem no debate o PM disse “que custaria ao país milhares de milhões de euros” caso não seja possível avançar com o novo aeroporto de Lisboa no Montijo..
O PM e vários ministros, têm falado nos últimos dois anos da "inviabilidade" da construção do novo aeroporto no Montijo. Não há plano b dizem eles. Apesar de haver optimas alternativas como o campo de tiro de Alcochete.
Este aeroporto será pequeno não permitindo o transporte de cargas aéreas e espera-se que fique lutado até 2035. Ou contrário de todas as alternativas que são modulares, conferido lhes uma data de saturação para daqui a mais de 50 anos.
Foi feito um estudo de impacto ambiental que prevê consequenciais para os habitantes da margem sul, especialmente Barreiro e Moita, ao nível do ruído, e para as aves da Reserva Natural do Tejo, incluindo o desaparecimento de algumas. O risco de acidente aéreo, segundo o estudo é nulo, o que acho fantástico, tendo em conta a reserva natural mesmo ao lado.
Este estudo nem inclui o a subida do nível do mar nos cálculos do risco de inundação.
Sobre o ruído acrescenta que "a população desta zona ( Barreiro e Moita ) “está maioritariamente exposta ao ruído (...)" e que "os níveis sonoros atuais a que a população se encontra exposta, já ocorrem efeitos negativos na saúde". Logo qual é o problema de mais um barulho de aviões? /s
Novamente as alternativas têm pouco impacto ambiental, afetando pouca gente e tendo um reduzido impacto na Natureza.
A empresa que vai tomar conta disto tudo é a Vinci que comprou a ANA, num negocio muito lucrativo e prepara-se para lucrar imenso com este novo aeroporto. Agora note-se que eu não tenho nada contra o facto de uma empresa ter lucros, é optimo para eles e para a economia, mas não acho aceitável que esses lucros sejam obtidos à custa da externalização de prejuízos. Basicamente, o impacto ambiental que é pago, em saúde e qualidade de vida da população, e a Vinci lucra com o aeroporto baratinho que lhes é diretamente concessionado. Já foi um péssimo negocio a privatização da ANA e agora vão sofrer a inevitabilidade de outro dano para Portugal.
Já estou imaginar quão giro será nas legislativas que ocorrerem dentro 8 anos, no debate entre os candidatos a PM do PSD e PS, a atirarem as culpas sobre o desastroso aeroporto do Montijo que só serviu para dar lucros a Vinci...
Mas, vivemos no agora, e ainda há coisas que podem ser feitas para travar isto. Pelo menos gostava de que houvessem.
Lamento que os partido "Verdes", PAN e o convertido BE, não tenho feito disto um bandeira de campanha, e que a própria CDU, que devia cuidar da zona do país que mais votos lhes dá, não ter ameaçado vetar orçamentos para impedir este crime.
Resumindo, quem vai ser afetado pelo novo aeroporto no Montijo são apenas "pobres e pássaros" e quem vai beneficiar são os amigalhaços da Vinci, que já controla a ANA, por isso o nosso Camarada Costa, grande estadista incorruptível, defende que só há uma opção, o aeroporto do Montijo.
submitted by Zaigard to portugal [link] [comments]


2019.09.01 12:05 FranciscoCesar9 Carta aberta sobre as legislativas da Madeira, que são anti-democráticas.

Bom dia,
Venho aqui informar e relatar a minha primeira experiência com as legislativas da Região Autónoma da Madeira, marcadas para dia 22 de Setembro de 2019. Estas são anti-democráticas e irei explicar o porquê. A CNE (Comissão Nacional de Eleições) criou obstáculos gigantes para uma maior abstenção eleitoral dos jovens madeirenses entre os 18-23, ao qual, se esta votação seja oficializada, a taxa de abstenção por parte dos jovens será cerca de 90% a mesmo 100%, um salto incrível com o facto de o geral das legislativas de 2014 ter sido 50.33%.
Com apenas uma universidade na Madeira, quase toda a população jovem estudante madeirense dos 18 aos 23 anos estuda em Portugal Continental, por falta de vagas ou inexistência do seu curso na Universidade, tem de se deslocar de avião para atender às aulas, sendo estas viagens marcadas para meados de Setembro pois as mesmas começam dia 16 de Setembro. Estas viagens têm de ser agendadas com imensa antecedência para não ultrapassar os 400€, sendo muito difícil a alteração dos voos. O voto antecipado será no dia 13 de Setembro, ou seja, num período do tempo em que a maior parte dos jovens não chegou ainda ao continente, nem estará presente na Região Autónoma da Madeira no dia 22 para exercer o seu voto.
Desde as primeiras legislaturas na Madeira em 1976, estas nunca foram feitas em Setembro, sendo a norma em meados de Outubro.
No processo do voto antecipado existe uma outra condição e bloqueio extremo para com os estudantes madeirenses no Continente. É requerido pelo folheto informativo:
"Documento comprovativo do impedimento emitido pela direção do estabelecimento onde se encontra matriculado ou inscrito."
Ou seja, é requisitado o comprovativo de matrícula, sendo que os resultados da colocação dos jovens nas universidades só são divulgados no dia 9 de Setembro, e as matrículas de dia 9 a 13 de Setembro na Universidade de escolha do estudante, sendo literalmente impossível a entrega do documento no dia 2 de Setembro, impossibilitando a execução do direito ao voto.
Para dificultar ainda mais o problema, a data limite do registo de voto antecipado sendo dia 2 de Setembro (de acordo com a lei, esta data é sempre 20 dias antes das eleições oficiais) impossibilita os estudantes de retirarem as suas dúvidas com as Câmaras Municipais, estando estas fechadas nos fins-de-semana.
A culpa cai inteiramente no/nos responsáveis pela data de votação. Ao qual terão infringido o Artigo n°153 da Lei Eleitoral da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, ao qual refiro:
Abuso de funções públicas ou equiparadas
O cidadão investido de poder público, o funcionário ou agente do Estado ou de outra pessoa colectiva pública e o ministro de qualquer culto que, abusando das suas funções ou no exercício das mesmas, se servir delas para constranger, induzir ou influenciar os eleitores a votar em determinada ou determinadas listas ou abster-se de votar nelas é punido com pena de prisão de 6 meses a 2 anos e pena de multa de € 1000 a € 10000.
E ainda violou a Constituição Portuguesa no Artigo n°10, ponto 1, ao qual refiro:
Artigo 10.º
Sufrágio universal e partidos políticos
  1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal, igual, direto, secreto e periódico, do referendo e das demais formas previstas na Constituição.
Eu, jovem de 19 anos que vou ingressar neste ano no ensino superior no Continente, não tenho direito a voto, num clima onde nós jovens somos criticados pela abstenção.
Eu desconheço ,da minha faixa etária, uma única pessoa que tenha possibilidades de votar nestas legislativas que vá estudar no Continente.
Eu quero o meu direito de voto, tanto quanto imensos jovens.
Peço a todos os leitores que partilhem, que se informem, e que apelem à justiça desta situação.
Obrigado, Francisco César
Ps: Após pedido, eis o link do Facebook para a partilha da mesma carta, obrigado https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2306170799419643&id=100000802365556&anchor_composer=false
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2019.07.19 00:36 lfsiv Como torturar números para confirmar uma narrativa. Estudo de caso: "Fora da ‘bolha’, aprovação de Tabata Amaral passa de 30% para 61% após voto pró-reforma" - Política - Estadão

Link para matéria no outline
Trechos da matéria:
É o que mostra um estudo da consultoria Ideia Big Data. De acordo com o levantamento, 30% das pessoas que conheciam Tabata Amaral em junho aprovavam sua atuação em Brasília. Este porcentual passou para 61% em julho. A pesquisa neste mês foi feita entre os dias 14 e 17 - após, portanto, a votação em 1º turno da reforma na Câmara.
O levantamento também mostrou que a porcentagem de pessoas que dizem ser "nem favoráveis, nem desfavoráveis" ao mandato de Tabata diminuiu de 55% para 19%. Avaliações desfavoráveis passaram de 15% para 20%. A porcentagem de pessoas que desconhecem a deputada passou de 97% para 81%. Os que dizem "conhecer bem" a parlamentar eram 1% e agora são 6%. Já quem afirma que "conhece de ouvir falar" são 13% - eram 2% em junho.
O levantamento do Ideia Big Data, como mostrou antes o blog do Lauro Jardim no jornal O Globo, ouviu 2.010 entrevistados tanto em junho quanto em julho, nas cinco regiões do País e a margem de erro apontada é de 2,15%.

Comentários:
(1) Pessoas que desconhecem ou apenas ouviram falar dela são 81 + 13 = 94%. Conhecem bem = 6%
(2a) Dos 6% de pessoas que conhecem bem, 61% dizem que aprovam o trabalho. Ou seja, 3,66% do total aprovam o trabalho dela. Margem de erro é 2,15%. Entre 5,81 e 1,51% .
(2b) Ou 13 + 6 =19% das pessoas a conhecem de alguma forma e 61% dizem que aprovam o trabalho. 11,59% de aprovação com margem de erro 2,15%. Aprovação entre 13,74 e 9,44%.
(3) Foram feitas duas pesquisa de ambito nacional para saber o que achavam da Tabata Amaral. Por que? Foram analisados outros deputados federais (seria uma pesquisa ampla e cara)? Senão, pq só ela? Quanto custou essa pesquisa? Quem pagou? Qual tipo de pesquisa (internet, telefonema, na rua,...)? Qual metodologia (correlacionaram com dados do censo do IBGE... ou fizeram uma conta de padaria)?
*Tentei achar algo sobre essa pesquisa e não consegui. Não é uma pesquisa registrada no TSE pq não está associada a eleição. A consultoria tem site, mas não achei muita coisa lá sobre isso. Achei entretanto isso aqui. Pesquisa por telefone, sem explicitar metodologia. No site BR18 não há referencia a Tabata Amaral antes de 11/7, portanto não foram apresentadas as pesquisas de Junho.

Conclusão:
Escolheram dois números para colocar no título da matéria de forma que transpareça a ideia de que votar a favor da reforma tenha sido algo bom para ela. Aprovação foi de 30% para 61%. Na realidade ninguem conheçe ela (inclusive acho surpreendente os 6%). Aprovação no melhor caso (2b) é insignificante. No pior caso (2a) é ridicula.

É bastante improvável que essa pesquisa tenha sido realizada com metodologia adequada para que o resultado tenha algum significado além do anedótico. Teria sido gasto muito dinheiro pra fazer direito. Quem pagou por isso? Pq foi feita? Não faz sentido uma pesquisa para obter a aprovação de uma deputada qualquer, sem motivo aparente. O motivo só existiu após ela ter votado a favor da reforma (e contra o partido). Então pq fizeram a primeira pesquisa? As pessoas que encomendaram as duas pesquisa sabiam como ela ia votar? Estranho.

Existe a possíbilidade até de que não tenha havido pesquisa nenhuma e essa seja apenas uma estratégia de reforçar a narrativa de que votar a favor da reforma é popular. O fato de existir uma parceria da consultoria com o Estadão, reforça essa ideia (pelo viés editorial do jornal). Mas eu não acredito nisso... Afinal, vocês realmente acham que alguem faria isso? Ir na internet e contar mentiras?
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2019.02.22 05:31 Paralelo30 ÉPOCA - O que é o PSL, o partido do presidente

por Bruno Góes
Quando a então jornalista Joice Hasselmann (PSL-SP) recebeu o aval do clã Bolsonaro para se candidatar ao Senado pelo partido do presidenciável, mergulhou com apetite na empreitada. Depois de filiada ao PSL, anunciou o astronauta Marcos Pontes como seu possível suplente e partiu para uma ostensiva campanha nas redes. Os planos de Hasselmann esbarraram no latifúndio do então deputado Major Olímpio, presidente do partido em São Paulo à época. Ele decidira que ocuparia a vaga de candidato a senador e escanteou a estreante na política. Ela buscou respaldo em Jair, como a hoje deputada federal costuma se referir ao presidente da República. Não encontrou e acabou se contentando com a disputa por uma vaga à Câmara dos Deputados e uma dobradinha com o governador paulista João Doria. Hasselmann buscou apoio partidário e encontrou solidão.
O deputado estadual Fernando Francischini dividiu com Jair Bolsonaro, por quatro anos, o desprestígio de ter o gabinete no anexo III da Câmara dos Deputados — onde não há sequer um banheiro privado para cada parlamentar. O desabono geográfico e a repulsa pela esquerda os uniram. Francischini trabalhou arduamente na campanha do presidente e foi um dos primeiros filiados ao PSL após a entrada de Bolsonaro. Recebeu a promessa de que emplacaria seu filho, Felipe, como candidato do partido à Câmara dos Deputados e que sairia candidato a uma vaga no Senado. A primeira parte do acordo foi cumprida. A segunda, não. Francischini foi afastado do núcleo duro do presidenciável pelo ex-ministro Gustavo Bebianno, então presidente do partido, e começou 2019 contentando-se com uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná. Fernando Francischini abraçou o projeto eleitoral da sigla e recebeu, em troca, ingratidão.
Enquanto a redemocratização permitiu o surgimento de partidos que representaram interesses de classes e corporações, o PSL que deu lastro à candidatura de Jair Bolsonaro nasceu de uma empreitada individual do empresário pernambucano Luciano Bivar nos anos 90, permanecendo irrelevante no Congresso Nacional por cerca de 20 anos, até decidir dar guarida ao ímpeto eleitoral do hoje presidente. Sua média de deputados por legislatura não passou de cinco até 2018, e sua fatia do Fundo Partidário somou pouco mais de R$ 9 milhões no ano passado. Hoje, com 54 deputados, tem a maior bancada da Câmara dos Deputados, ao lado do PT, e um caixa de R$ 110 milhões a serem irrigados à sigla somente neste ano.
No dia 22 novembro de 2017, Bivar recebeu representantes do Livres, um movimento de cunho liberal criado na esteira dos protestos de 2013, no hotel Golden Tulip em Brasília. O motivo da conversa era a incorporação do grupo ao partido e as possíveis candidaturas que resultariam dessa união. O vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (PHS), do Livres, foi direto ao ponto: havia rumores de que o PSL abrigaria Jair Bolsonaro. “Em determinado momento, perguntei se o Bolsonaro poderia ficar com o partido. O Bivar respondeu: ‘Bolsonaro? Bolsonaro é uma piada. A gente jamais o colocaria no partido’”, contou Azevedo. Foram quase três horas de reunião e muitas conjecturas sobre o futuro. Dois meses depois, Bivar fecharia um acordo com o advogado Gustavo Bebianno, hoje ex-ministro em desgraça nas hostes bolsonaristas. Na esteira da popularidade do presidenciável, anteviu a enxurrada de candidaturas vitoriosas que o partido teria e concedeu a Bebianno a presidência interina da sigla, permitindo que o aliado de Bolsonaro controlasse todos os diretórios do PSL, exceto o do Distrito Federal e de Pernambuco — este último sendo comandado por Bivar. Em contrapartida, Bivar conseguiu direcionar 20% do Fundo Eleitoral à campanha para seu estado. O Patriota, outro partido assediado pelo entorno de Bolsonaro, não havia enxergado vantagem em tamanha concessão e terminou escanteado.
Se o negócio, à época, foi vantajoso para Bivar e Bebianno, as pontas mal atadas começam a surgir — e causaram a primeira grande crise institucional da gestão Bolsonaro. Hoje, a campanha em Pernambuco é investigada pelo suposto uso de candidata laranja financiada por dinheiro público para beneficiar a campanha de Bivar. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, um grupo ligado ao deputado teria promovido a candidatura de Lourdes Paixão, que ganhou R$ 380 mil do Fundo Eleitoral e obteve apenas 274 votos. Ela declarou ter investido o valor na contratação de uma gráfica cujo endereço era o de uma oficina mecânica — prática corriqueira da velha política que o PSL, sob Bolsonaro, prometeu combater. O episódio culminou na ruidosa queda de Bebianno, que teria chancelado o pagamento — o que o ex-ministro nega.
A reação do PSL à derrocada do ex-homem forte de Bolsonaro foi o primeiro exemplo prático da desarticulação que norteou a chegada do presidente ao partido. O grupo de bolsonaristas mais alinhados ao Palácio do Planalto, e que coincidentemente são entusiastas do filósofo Olavo de Carvalho, como é o caso do príncipe-deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança, aplaudiu a demissão de Bebianno e guardou para si qualquer crítica à forma como o desenlace ocorreu, sob a batuta do filho Carlos Bolsonaro. Os aliados de Bebianno, grupo em que se enquadram nomes como Joice Hasselmann e o também deputado Julian Lemos (PSL-PB), têm dito a interlocutores que discordam da forma como a fritura do ex-ministro foi conduzida. Lemos, nome forte da campanha bolsonarista no Nordeste, afirmou a aliados que se surpreendeu com a atitude do presidente e que desconfia ter se enganado sobre sua índole ao ver a forma como agiu com Bebianno. Nesse núcleo, a animosidade em relação aos filhos de Bolsonaro é patente — sobretudo em relação a Carlos, a quem alguns parlamentares se referem, nos bastidores, como Tonho da Lua, em referência ao personagem da novela Mulheres de areia que aparenta ter problemas psiquiátricos. O apelido maldoso é justificado, na avaliação de alguns nomes do PSL, pela incapacidade de Carlos em manter um diálogo linear e por seus rompantes de raiva. Também nesse núcleo já começa a circular uma análise um tanto pessimista a menos de dois meses do início do governo: diante da desajeitada atuação de Bolsonaro no caso Bebianno, discute-se a hipótese de a instabilidade palaciana inviabilizar o futuro do atual governo.
O restante da fauna do PSL é heterogênea e não tem liderança clara ou norte político, exceto o apoio a Jair Bolsonaro. São youtubers, policiais, militares, influenciadores digitais, ex-ator pornô e representantes de setores que embarcaram desde o início na candidatura do ex-capitão, como é o caso do agronegócio. Como todo partido nanico, o PSL não tem origem orgânica, lastreada em ideias ou projetos para o país. Mas, por influência de Bolsonaro, predominam em sua composição valores e costumes alinhados aos do capitão. Há até espaço para uma “comunista”, como vem sendo chamada a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), uma das autoras do processo de impeachment de Dilma Rousseff, por não poupar críticas aos últimos eventos protagonizados pelo governo Bolsonaro e seu entorno familiar, a exemplo do caso Queiroz e da própria demissão de Bebianno. “É inadequado que o presidente deixe essa situação se estender por tanto tempo. Decidiu demitir, demite, para gerar um pouco mais de estabilidade para o país”, disse Paschoal. Cotada como vice no período eleitoral, ela negou a empreitada por motivos pessoais e abraçou a candidatura estadual. Mas o fato é que, entre os campeões de voto do partido — amealhou 2 milhões —, só Paschoal foi lançada à presidência de uma Casa legislativa. O deputado federal Eduardo Bolsonaro, eleito com 1,8 milhão de votos, atuou apenas nos bastidores na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, apoiando Rodrigo Maia, e o Major Olímpio, que chegou ao Senado com mais de 9 milhões de votos, desistiu de sua candidatura sob o argumento de que o governo Jair Bolsonaro precisava garantir apoio da casa para governar.
Nos primeiros dias de fevereiro, logo após a posse dos deputados e senadores, não era raro encontrar, no fundo do plenário da Câmara, parlamentares do partido que não se conheciam e acabavam de ser apresentados uns aos outros. Conforme as sessões tiveram início, a bancada passou a se aglutinar nas primeiras fileiras da direita, onde poucos meses antes estavam lotados o MDB e partidos aliados de Michel Temer. Como a exposição nas redes sociais tornou-se prerrogativa no PSL de Bolsonaro, muitos de seus expoentes chegaram à conclusão de que, se ficassem mais à frente, em pé, próximos da tribuna, seriam mais facilmente captados pelas câmeras de TV. Portanto, não raro é possível vê-los eretos abaixo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com o olhar perdido, em busca de um flash. Outros comportamentos de pesselistas são menos sutis para atrair holofotes, como no caso do ex-ator pornô Alexandre Frota, eleito deputado federal por São Paulo e que, no ápice da crise com Bebianno, esmagou uma laranja ao final de um discurso na tribuna. “Laranja podre, no PSL, será esmagada”, disse.
As nuances internas do PSL extrapolam o perfil diverso dos integrantes da sigla e esbarram em questões concretas. Tramitam, hoje, no Supremo Tribunal Federal (STF), ações movidas pelo PSL em seus primórdios e que contrariam parte do que é defendido pelo presidente e seus aliados. Uma delas questiona uma lei federal de 1989 que prevê a prisão temporária, um dos trunfos da Operação Lava Jato. O partido alega “desatendimento da garantia do devido processo legal”. Em uma ação de 2016 que ainda não tem data para ser julgada, a sigla contesta trecho da lei sobre organização criminosa — que, por sua vez, serviu para enquadrar muitos investigados da Lava Jato. O partido critica a suposta “criminalização” da atividade política e argumenta que a lei quebra a presunção de inocência e o princípio da dignidade humana. “É preciso impor limites aos exageros perpetrados, institucionalizando a proibição de o membro do Ministério Público externar opinião sobre os procedimentos submetidos a sua apreciação que possa causar danos à intimidade, à vida privada, à honra, à imagem e à dignidade das pessoas”, afirma processo, em clara contradição ao entendimento do ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre a questão.
Incongruências à parte, nada foi tão emblemático da falta de entrosamento do PSL e de sua fraca liderança na Câmara dos Deputados como a derrota na alteração da Lei de Acesso à Informação, sancionada pelo vice, Hamilton Mourão, enquanto Bolsonaro viajava para Davos, no Fórum Econômico Mundial, em janeiro. O maior partido da casa não conseguiu mobilizar uma base para manter a mudança na lei e foi derrotado pelos próprios aliados, como o DEM, que votou maciçamente contra o governo. Observadores do Salão Verde veem nessa derrota a digital da velha política: diante da fraqueza do partido presidencial, Maia quer demonstrar força para barganhar poder junto ao núcleo palaciano. Em seu primeiro intento, teve sucesso. Nas semanas que precederam a votação, pelo menos três deputados relatam o uso de métodos mais rasteiros pelo presidente da Câmara para mostrar poder: ele teria ligado para os líderes partidários sugerindo o esvaziamento da primeira reunião de lideranças convocada pelo líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). Escolhido por Bolsonaro por sua lealdade durante a campanha, Vitor Hugo ocupa posição solitária — não é encarado por colegas de partido e de casa como elo político com o governo. “Se alguém quiser mandar recado para o governo, fala com quem?”, ironizou o deputado Fernando Bezerra Filho (DEM-PE), cujo pai, Fernando Bezerra, terminou a semana como líder do governo Bolsonaro no Senado. A Casa, agora presidida pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), sob a tutela de Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, é vista como problema menos grave para o governo do que a Câmara. Exonerado num episódio burlesco com Bolsonaro, Bebianno pode complicar o atual governo. Foto: Ricardo Moraes / Reuters Exonerado num episódio burlesco com Bolsonaro, Bebianno pode complicar o atual governo. Foto: Ricardo Moraes / Reuters
O tempo que não foi gasto pelos deputados bolsonaristas para articular uma base de apoio foi dispensado a picuinhas internas de forte impacto nas redes sociais e nenhuma serventia prática. A primeira grande crise do maior partido do Brasil ocorreu em janeiro, quando 12 parlamentares foram à China a convite de autoridades locais para, entre outras coisas, conhecer o sistema de reconhecimento facial da gigante de tecnologia Huawei. Olavo de Carvalho qualificou os deputados que lá estavam de “semianalfabetos”, alegando que eles poderiam “entregar” informações dos brasileiros a Pequim. Até hoje o núcleo mais ideológico da bancada do PSL isola a chamada “bancada da China”. A Eduardo Bolsonaro é atribuída a autoria da postagem de Olavo de Carvalho.
Alguns deputados do PSL veem o comportamento exaltado de membros do partido como atitude contraproducente no momento em que os esforços deveriam se voltar para a aprovação da reforma da Previdência. Outros acham que o segredo do sucesso está justamente na postura agressiva. Carla Zambelli (PSL-SP) ganhou notoriedade ao liderar o estridente movimento Nas Ruas e concorda que é preciso rebater cada questionamento, alto e bom som, pois “é isso o que os eleitores querem”. O Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido na Câmara, vai além e diz que as brigas “na frente de todo mundo” são “um novo modelo a que muita gente não está acostumada”. Ou então, em suas próprias palavras: “Nossos debates não são atrás das portas”. Já Felipe Francischini (PSL-PR), que ocupa o lugar do pai, Fernando Francischini, pensa diferente. Desde que foi eleito, trabalha nos bastidores para estabelecer algum diálogo com os partidos e com Rodrigo Maia.
Como a esmagadora maioria dos deputados do PSL inicia o primeiro mandato, em alguns momentos a inexperiência ganha tons de comédia, como ocorreu na primeira votação da atual legislatura, no início de fevereiro. O plenário votaria uma lei sobre o bloqueio de bens de organizações ligadas ao terrorismo. Havia aval de Sergio Moro. Mesmo assim, o caos perseverou. O Major Vitor Hugo foi pressionado pela bancada da própria sigla e teve de negociar uma alteração do texto no momento em que o tema já era discutido em plenário. Parte da bancada achava que parte do texto feria a soberania do Brasil e seria uma forma de “entreguismo à ONU”. A alteração foi feita contra a orientação do Executivo, e a proposta foi aprovada. Depois do episódio, o governo passou a despachar técnicos para explicar, na Câmara, as pautas que seriam votadas. Como a palavra “China” não sai do anedotário do partido, na primeira ocasião em que os parlamentares receberam os técnicos, Carla Zambelli fez uma pergunta singela e fora do contexto da reunião. Quando esteve na comitiva, um empresário chinês havia dito que ele possuía um porto no Brasil. Ela, então, perguntou se isso não feria a soberania do país. O técnico teve de explicar que tratava-se de uma concessão privada.
Outro expoente da ala estridente é o policial do Rio de Janeiro Daniel Silveira, que participou do episódio em que uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco foi quebrada. Ele tem alardeado um projeto de lei que, se aprovado, autorizaria a cessão compulsória de órgãos de criminosos mortos em confronto, sem autorização das famílias. “Bandido morto, órgãos cedidos” é a forma sutil de anunciar a proposta em seu Twitter. No dia 7 de fevereiro, Silveira desabafou no grupo de WhatsApp da bancada. Depois de o líder do governo, Vitor Hugo, ser atacado pelo colega Julian Lemos com a ordem “lidere ou saia do posto”, ele resolveu desferir uma saraivada de críticas: “Percebi que uma boa parcela está preocupada em apertar as mãos em acordos que visam seus umbigos egocêntricos (...). Percebi que o presidente está mais sozinho que parece”. As brigas são tantas que Luciano Bivar disse, em uma ocasião, que os insatisfeitos e interessados em sair do partido poderiam valer-se de uma carta por “justa causa”, sem perder o mandato por infidelidade partidária. Ele chegou até mesmo a mandar um modelo de carta no grupo de WhatsApp da bancada.
A pulverização do partido entre ideias heterodoxas e inexperiência política fez emergir rompantes de sensatez de onde menos se esperava. A deputada Joice Hasselmann, que apareceu com algemas na tribuna da Câmara para insinuar intolerância com a corrupção, foi uma das vozes equilibradas em meio às discussões sobre a saída de Bebianno. Enquanto o ex-ministro desferia ataques velados ao Palácio do Planalto, hospedado no hotel Golden Tulip, dias antes de ser exonerado, era Hasselmann, que começou sua empreitada política disputando espaço com Major Olímpio, quem tentava contemporizar. Em uma das investidas para conter a fúria de Bebianno, ficou até a madrugada conversando com ele e a mulher no hotel. O resultado foi um avanço político para os parâmetros ainda rudimentares do PSL: Bebianno caiu atirando somente para não terminar sua breve estada no governo com a pecha de mentiroso, mas desistiu de ir além e mostrar outros áudios que possui. E que talvez não sejam do agrado do governo. Trata-se de sangue-frio digno da velha escola Renan Calheiros.
Com reportagem de Renata Mariz e Cleide Carvalho
https://epoca.globo.com/o-que-o-psl-partido-do-presidente-23469274
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2019.01.30 20:52 CapricornResearch Quem é Quem #QEQ : Jose Eduardo dos Santos

O proposito dos topicos #QEQ e de construir bibliografias colaborativas das grandes pessoas e grandes familias de Angola. Quem tenta completar todos os campos abaixos, e sempre ponha links as fontes ou mencione as fontes, se nao tens nada para acrescentar, leia os posts dos outros, e vota bom ou mau dependendo da qualidade, ou postas uma correcao se achar que tem de ter.

copia o padrao abaixo, e copia a informacao faltante:

Nome do Sujeito: Jose Eduardo dos Santos
Data de Nascimento:
Local de Nascimento:
Nome do Pai:
Nome da Mae:
Nome do Avo Paterno
nome da Avo Paterno:
Nome do Avo Materno
nome da Avo Materno:
Tribo do Sujeito
Tribo do Avo Paterno:
Tribo da Avo Paterno
Tribo do Avo Materno
Tribo da Avo Materno:
Linguas faladas:
Mulheres (Nome, data de casamento, data de divorcio):
Filhos (Nome, data de nascimento):
irmaos (Nome, data de nascimento):
Escola Primaria (anos estudos, local):
Escola Secundaria (anos estudos, local):
Universidade (anos estudos, local):
Filhacao partidarias (Nome do Partido, ano de adesao):
Local de residencia (Ano, e local):
Profissao: Educacao:
Cargos de governo:
Cargos Sociedade Civil (empresas, Igrejas)
Religiao (nome, e data de adesao):
Patente Militar (Exercito, tipo, e ano):
Livros: Teses Universitarias:
Uma breve biografia (escrava o que quizer):
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2018.11.30 16:21 NobleAzorean Ribeiro e Castro quer pôr os portugueses a escolherem os seus deputados

https://4men.pt/atualidade/ribeiro-e-castro-quer-por-portugueses-escolherem-os-seus-deputados/
"petição já reúne mais de 3.700 assinaturas, à data da publicação desta notícia, sendo que a meta das quatro mil permitem que o documento seja entregue aos deputados da Assembleia para que se dê início à discussão. E o político gostaria de efetuar a entrega a 19 de janeiro de 2019, por “uma questão simbólica” já que “é quando faz um ano da primeira reunião”, conta à 4MEN.
O antigo líder do CDS explica que a sugestão de reforma se inspira em sistemas eleitorais já existentes, como os casos da Alemanha, da Nova Zelândia e da Bolívia. “Aquele [sistema] que propomos é mais equilibrado, mais sério e em conformidade com a constituição. O que se encontra mais próximo da nossa proposta é o da Alemanha, que é um modelo que está bem experimentado desde 1949”.
Ribeiro e Castro esclarece que esta não é uma ideia nova e que já está até inserida na revisão da Constituição Portuguesa de 1997: “A constituição que regula o sistema eleitoral foi revista [para um sistema misto] e o artigo foi modificado, mas nós continuamos na mesma”, refere acrescentando que “temos um sistema eleitoral proporcional, simples e, no artigo 149.º, estão lá previstos círculos uninominais e plurinominais, assim como também a possibilidade de um círculo nacional”. E essa reforma nunca passou para a lei, embora tenha sido lançada há duas décadas.

O que muda no momento de votar?

Quando chega à cabine de voto, está habituado a colocar a cruz num dos diferentes partidos. Depois, consoante a percentagem que cada um arrecada, são eleitos os deputados correspondentes das suas listas. É desta forma que funcionam os chamados círculos plurinominais, atualmente em vigor em Portugal. Estes círculos, permitem eleger vários deputados, mas muitas vezes são representantes que os eleitores nem conhecem.
A petição quer alterar o sistema para que os cidadãos possam escolher diretamente os deputados que os vão representar. Pede, por isso, a introdução de um sistema misto, onde no boletim de voto seja possível, além da escolha dos partidos, também eleger candidatos individuais – e não apenas colocando uma cruz no partido, ficando sujeitos à organização das listas que é sempre decidida internamente.
Aliás, o que está previsto na nossa Constituição desde 1997 é precisamente um sistema misto, mas na composição global da Assembleia da República apenas-se aplica a representação proporcional, ou seja, a que equivale à percentagem de votos conquistada pelos partidos. Por exemplo, a Alemanha tem um sistema que é proporcional, mas também tem círculos uninominais. “É o melhor de dois mundos, porque, por um lado, a composição da assembleia é percentual, mas é também composta, em larga medida, por deputados que foram eleitos individualmente”.
“Imaginemos que o círculo de Lisboa teria 40 deputados. De acordo com a nossa proposta [do sistema misto], haveria um círculo plurinominal de 20 deputados e os partidos receberiam essas listas com 20 nomes em todos os distritos – e todo o território também seria dividido em 20 círculos uninominais –, em que o eleitorado elegeria um deputado, ou seja, no círculo de Torres de Vedras um, outro do Cadaval. Ppelas nossas contas, cada círculo teria mais ou menos 90 mil eleitores. E se atualmente um eleitor tem apenas uma opção de voto no seu boletim, passaria a ter duas – uma para o partido e a segunda para escolher o deputado ou deputada”.
Na simulação, à semelhança do projeto lei proposto, Ribeiro e Castro sugere que em cada cidade “os eleitores poderiam escolher o partido e, no segundo voto, eleger um deputado específico para representar o município”. Ressalva ainda que não terá necessariamente de ser alguém do mesmo partido em que votaram. No entanto, o voto que conta para a competição percentual da assembleia é o voto partidário.
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Mais representatividade, menos abstenção

Ribeiro e Castro explica que o sistema irá totalmente “mudar o funcionamento dos partidos” e que os tornaria “mais representativos”. Estes passariam a funcionar melhor, porque “iriam apresentar, tantos nos uninominais como nas listas (círculos plurinominais), as escolhas do eleitorado”.
Existirá sempre um círculo nacional que irá assegurar que a proporcionalidade é respeitada, à semelhança do círculo regional dos Açores, onde “os candidatos das listas são repescados”. O autor da petição sublinha que segundo a experiência, a maioria das pessoas votam no candidato do seu partido, mas “podem não o fazer”.
Com esta proposta também o sistema eleitoral mudaria completamente: “As pessoas poderiam escolher o seu deputado, as listas passariam a ser mais bem feitas, passaria a haver campanhas em todo o território, porque agora a campanha eleitoral resume-se ao líder do partido com a televisão atrás”, refere.
Em tempos onde a abstenção chega a números que rondam os 45%, Ribeiro e Castro acredita que, “na primeira eleição que se seguisse à reforma, a abstenção baixaria para menos de 30%”.
Aliás, “o sistema degradou-se e as pessoas não se sentem representadas por aqueles que estão nas listas”. E como passaríamos a ter 105 círculos uninominais, cada território teria “uma campanha à séria, o eleitorado estaria mais envolvido, criava mais vínculos e passaríamos a ter um parlamento mais representativo”.
Com este sistema em funcionamento, os partidos deixariam de “ter tiques autoritários no seu funcionamento interno” e “os deputados passariam a ser como um pastor ou um maestro” escolhido pelo eleitorado, conclui."

Muito bom, mas acho que nunca vai avançar. Não convinha a muita gente e os seus tachos.
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2018.11.08 11:42 DrHelminto Atendendo a pedidos: Thread sobre Escola Sem Partido.

Ontem prometi que daria os motivos pelos quais considero o projeto, como está, ruim. Hoje entrego.
Trata-se de um projeto de Lei, o PL 7180/14 ao qual foram apensados outros projetos: PL nº 7.181/2014, PL nº 1.859/2015, PL nº 867/2015, PL nº 5.487/2016, PL nº 6.005/2016, PL nº 8.933/2017 e PL nº 9.957/2018.
O PL apensado mais importante é o 867, que compõe o corpo da lei em maior teor e será o principal alvo das críticas aqui. O PL original, o 7180 e o 7181 estão incluídos no 867. Os PL 1859, 5487, 8933 falam sobre a vedação a qualquer tema sobre ideologia de gênero nas escolas, independente da idade. Ao final irei discorrer um pouco sobre isso também, mas originalmente o Escola Sem Partido não abordava as questões de sexualidade tão explicitamente. O PL 9957 é uma contra-proposta do Deputado Jean Willys e não será abordado por ser um contraponto e certamente não estará dentro do escopo da votação dos deputados.
Então vamos? Bora lá!
Art.1º. Esta lei dispõe sobre a inclusão entre as diretrizes e bases da educação nacional do "Programa Escola sem Partido”.
Nada de importante aqui.
Art. 2º. A educação nacional atenderá aos seguintes princípios:
I - neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado;
II - pluralismo de ideias no ambiente acadêmico;
III - liberdade de aprender, como projeção específica, no campo da educação, da liberdade de consciência;
IV - liberdade de crença;
V - reconhecimento da vulnerabilidade do educando como parte mais fraca na relação de aprendizado;
VI - educação e informação do estudante quanto aos direitos compreendidos em sua liberdade de consciência e de crença;
VII - direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
Aqui já aparecem alguns problemas. Os incisos I a V são ótimos. Esse é o verdadeiro Escola Sem Partido. Se o projeto terminasse no inciso V, certamente eu apoiaria a iniciativa e concordaria com a alcunha que deram ao projeto. Mas com os incisos VI e VII o projeto começa a ter um teor de "mordaça", como dizem os críticos ao projeto. Veja bem, meus caros, o inciso VI está vinculando a crença pessoal da criança ao que o professor pode dizer em sala de aula. Dessa forma fica claro que o professor deveria perguntar se falar sobre o candomblé (por exemplo) ofenderia alguém, ou se falar sobre o nazismo ofenderia algum judeu na sala. E o inciso VII é pior ainda, pois vincula as crenças dos PAIS ao que o professor pode falar em sala de aula. Imagina você, professor, tendo que ligar para todos os pais para avisar que haverá uma aula sobre a escravidão e um pai informando que esse assunto é sensível demais e que gostaria que seu filho não participasse. É muito evidente como esses dois últimos incisos do artigo segundo não são possíveis de existir.
Art. 3º. São vedadas, em sala de aula, a prática de doutrinação política e ideológica bem como a veiculação de conteúdos ou a realização de atividades que possam estar em conflito com as convicções religiosas ou morais dos pais ou responsáveis pelos estudantes.
§ 1º. As escolas confessionais e as particulares cujas práticas educativas sejam orientadas por concepções, princípios e valores morais, religiosos ou ideológicos, deverão obter dos pais ou responsáveis pelos estudantes, no ato da matrícula, autorização expressa para a veiculação de conteúdos identificados com os referidos princípios, valores e concepções.
§ 2º. Para os fins do disposto no § 1º deste artigo, as escolas deverão apresentar e entregar aos pais ou responsáveis pelos estudantes material informativo que possibilite o conhecimento dos temas ministrados e dos enfoques adotados.
Esse terceiro artigo tem algum potencial de poder ser válido, principalmente no segundo parágrafo. Acho válido que, se tratando de temas religiosos, ocorra um "aviso" aos pais, afim de evitar constrangimentos, principalmente por parte dos evangélicos que hoje são cerca de 20% da população. Mas o caput do artigo e o primeiro parágrafo, quando colocam as posições MORAIS do PAIS como os principais instrumentos de VETO ao que se diz em sala de aula, só contribui para que o aluno viva numa BOLHA IDEOLÓGICA deletéria à formação do indivíduo livre. Escola é MUNDO e não FAMÍLIA. E MUNDO, meus amigos, não tem distinção de nada quando é mostrado para nós. Não é possível controlar o mundo como esse projeto deseja, o meio externo é AGRESSIVO, OPRESSOR e CONTRADITÓRIO por NATUREZA e é impossível e indesejável ficar dando murro em ponta de faca achando que irão mudar essa natureza. Qualquer lei que tenha em seu corpo a palavra "MORAL" está fadada a ser inconstitucional e não deve ser levada a sério.

Art. 4º. No exercício de suas funções, o professor:
I - não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente política, ideológica ou partidária;
II - não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas;
III - não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas;
IV - ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito;
V - respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções;
VI - não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula.
Esse artigo também tem algum potencial para ser lapidado. O primeiro inciso é interessante, concordo com ele pois entra no escopo da alcunha original "Escola Sem Partido", mas deveriam excluir dele as palavras "polícia" e "ideológica", mantendo somente o veto às correntes PARTIDÁRIAS. O inciso II é bom, pode ficar, concordo que preterir alunos por ideologia é ruim. O inciso III é o que eu afirmei sobre o inciso I e é válido, pois fala somente sobre PARTIDO. O inciso IV tampouco gera conflito, afinal pede isenção ao professor e isso é bom. O inciso V tem o mesmo problema da moralização subjetiva de grande parte do que já falei sobre o artigo terceiro e não tem nada que salva neste inciso, excluiria ele imediatamente. Educação escolar é diferente da educação familiar e essa parte parece mais uma tentativa de colocar os filhos naquilo que chamei de bolha ideológica. Em termos do ECA, essa parte pode até se configurar como uma abuso.
Art. 5º. Os alunos matriculados no ensino fundamental e no ensino médio serão informados e educados sobre os direitos que decorrem da liberdade de consciência e de crença assegurada pela Constituição Federal, especialmente sobre o disposto no art. 4º desta Lei.
§ 1º. Para o fim do disposto no caput deste artigo, as escolas afixarão nas salas de aula, nas salas dos professores e em locais onde possam ser lidos por estudantes e professores, cartazes com o conteúdo previsto no Anexo desta Lei, com, no mínimo, 70 centímetros de altura por 50 centímetros de largura, e fonte com tamanho compatível com as dimensões adotadas.
§ 2º. Nas instituições de educação infantil, os cartazes referidos no § 1º deste artigo serão afixados somente nas salas dos professores.
O caput não tem muito o que criticar, só que quando fala do artigo quarto, havendo modificações lá, este será melhorado. Os dois parágrafos são benignos, não os contesto.
Art. 6º. Professores, estudantes e pais ou responsáveis serão informados e educados sobre os limites éticos e jurídicos da atividade docente, especialmente no que tange aos princípios referidos no art. 1º desta Lei.
Art. 7º. As secretarias de educação contarão com um canal de comunicação destinado ao recebimento de reclamações relacionadas ao descumprimento desta Lei, assegurado o anonimato.
Parágrafo único. As reclamações referidas no caput deste artigo deverão ser encaminhadas ao órgão do Ministério Público incumbido da defesa dos interesses da criança e do adolescente, sob pena de responsabilidade.
Art. 8º. O disposto nesta Lei aplica-se, no que couber:
I - aos livros didáticos e paradidáticos;
II - às avaliações para o ingresso no ensino superior;
III - às provas de concurso para o ingresso na carreira docente;
IV - às instituições de ensino superior, respeitado o disposto no art. 207 da Constituição Federal.
Art. 9º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.1
O resto da Lei é técnico e não são sujeitos à críticas

Bom amigos, por fim, concluo que o projeto foi moldado para introduzir uma forma de trazer a moralidade pessoal dos PAIS para a sala de aula, uma pauta majoritariamente religiosa, dos evangélicos. Note que são esse grupo a se ofenderem com a existência de outras formas de crença ou da inexistência de crença por parte de outras pessoas, principalmente pelo caráter FUNDAMENTALISTA DOGMÁTICO desse grupo. A intolerância criou esse projeto. O título mais adequado para ele é o:

ESCOLA QUE ENSINA O QUE OS PAIS PERMITAM

Acho que temos SIM que abordar a questão partidária na escola. Partido Político e Escola não combinam. Mas ideologia, contraditório e contato com pautas que OS PAIS TALVEZ NÃO GOSTEM faz parte da NATUREZA da escola.

Quanto aos apensados sobre ideologia de gênero ao projeto ESCOLA SEM PARTIDO eu só digo o seguinte: o projeto é sobre política partidária ou sobre moralização cristã? Cada vez mais ele se aproxima do segundo e se afasta do primeiro. Manter o NOME indicado após a indexação da proibição da ideologia de gênero é uma cafajestagem sem tamanho. Esse tema deveria ser discutido em OUTRO PROJETO, chamado: ESCOLA SEM IDEOLOGIA DE GÊNERO, e deveria ser descartado por completo das discussões atuais.
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2018.10.24 02:52 MoonGosling Na paz e sem downvotes: Vou votar em Haddad, mude meu voto

Queria fazer aqui algo parecido com o que rola no changemyview, que eu acho fantástico. Acredito que todos nós acabamos ficando presos em bolhas, e por isso venho há um tempo seguindo o brasilivre apesar de discordar da grande maioria dos posts e comentários que vejo aqui, e ser constantemente downvotado quando participo das conversas. Nesse espírito, queria propor um CMV de tempos de eleição e de véspera do segundo turno, com civilidade e debate, que é o que eu espero dos cidadãos do Reddit. Parece legal? Então deixa eu falar um pouco sobre o porque de eu votar em Haddad:
Começo dando o disclaimer que considero muito importante nesse período: Eu não sou petista e não queria esse segundo turno com Haddad. Quando faço aquele teste que lhe coloca nos eixos políticos sempre acabo ligeiramente a esquerda (muito mais próximo ao centro) e fortemente no lado liberal. Eu não tenho sentimentos negativos muito fortes em relação ao PT, mas eu acredito que a política precisa de mudança, e novas coisas precisam ser testadas de tempos em tempos para que possamos avançar em diferentes frontes. Também reconheço o sentimento de antipetismo, independente de ser ou não justo ou merecido, é um impedimento de um governo do PT, e tendo Haddad na presidência o povo provavelmente só se polarizará mais, o que é negativo para a democracia.

Mas, apesar de querer uma mudança no governo, e de não ter votado em Haddad no primeiro turno, agora eu voto nele. Primeiramente porque eu considero Bolsonaro uma ameaça à democracia, devido aos seus discursos que vem de longa data, desde quando ele disse que daria um golpe no primeiro dia, e que através do voto não se mudaria nada nesse país, até quando mais recentemente ele disse que poria um ponto final a toda forma de ativismo. Tem também o mais recente evento de seu filho dizendo que brincam que caso houvesse tentativa de impugnação da candidatura do pai, basta um soldado e um cabo para fechar o STF, e sua proposta de aumentar o número de ministros do supremo, que é uma medida tomada por autocratas, inclusive na nossa própria ditadura militar. A essas preocupações de interpretação se somam as preocupações de Steven Levitsky, cientista político de Harvard que estuda as democracias latino-americanas, e Monica de Bolle, diretora de estudos latino-americanos na universidade de Johns Hopkins, que dizem que Bolsonaro é o único dos candidatos que tivemos nessa corrida eleitoral com claras tendências autocráticas, e que o viés militarístico de Bolsonaro é o que mais se assemelha a, e nos leva na direção de, um governo chavista.
Mas e a anti-democracia petista?
De todas as críticas que o PT pode receber, ser antidemocrático não é uma delas. Foram 13 anos de governo petista sem que a democracia fosse violada. Muito pelo contrário, depois de um sindicalista e uma guerrilheira nós tivemos apenas movimentos que nos levaram para mais perto da democracia, com fortalecimento de órgãos como o MPF. Agora que seria eleito um economista (cientista político e filósofo) e professor que apresentou críticas aos raciocínios marxistas, e que já havia se posicionado, antes de ter a corrida presidencial em mente, dizendo que a Venezuela não pode ser considerada uma democracia. Se o PT tivesse, de fato, um viés antidemocrático seria impensável que ocorresse o que ocorreu durante sua gestão: o impeachment de Dilma e a prisão do ex-presidente Lula, principal figura do partido. Seria impensável mesmo sair as ruas com boneco inflável de Lula em roupas de prisioneiro, ou até ler livros com ideologias contrárias a petista, como acontecia durante a ditadura militar. O fato que tanto Dilma, quanto Lula, quanto o PT aceitaram, com suas devidas reclamações, os destinos democráticos que lhes foram dados é prova de que eles são, sim, democratas. A narrativa do golpe, por mais que eu acredite ser exagerada (como diz Steven Levitsky, eu acredito que o que houve não foi um golpe, mas sim um abuso constitucional), é uma narrativa que não passa disso: exagerada. Mas é válida, e, portanto, é justa e democrática. Antidemocrático teria sido se a força precisasse ter sido utilizada para efetuar a prisão do ex-presidente, ou se Dilma tivesse tentado alguma forma de contra-golpe para se manter no poder. Nenhum dos dois aconteceu, Haddad sequer promete dar induto a Lula, dizendo que acredita na inocência dele, e que isso será provado nas cortes.
Além de antidemocrático, Bolsonaro é uma afronta a tudo que eu acredito enquanto ser humano, sem sequer olhar para política. Ele tem diversos discursos incitando o ódio, como o mais recente e fan-favorite "vamos fuzilar a petralhada". Ele disse que a filha mulher foi uma fraquejada, que quando o filho começa a ficar "gayzinho" leva um "coro" e muda o comportamento, que não estuprava uma colega porque ela "não merece" (depois justificou dizendo que queria apenas chama-la de feia). Ele disse que "de homossexual [...] ninguém gosta, a gente suporta", que é homofóbico com orgulho, e que não ia "combater", mas que se visse dois homens na rua se beijando ia bater. A homofobia é um ponto tão forte nele que ele participou de dois documentários sobre o assunto, o de Stephen Fry, e o de Ellen Page.

Mas ele está apenas defendendo as criancinhas da ditadura gayzista do Kit Gay
Essa ditadura não existe. O "kit gay" também não. De fato, se a ditadura gayzista existisse eu seria um dos primeiros a saber, tendo vários amigos gays que nunca fizeram qualquer menção a querer que as outras pessoas fossem gays (exceto, talvez, quando eles olham para alguém que acham atraente. Tipo quando eu ou você olhamos para uma pessoa do outro sexo e achamos atraente e pensamos "nossa, como eu queria que essa pessoa fosse atraída por mim também"). Eu, sinceramente, não consigo entender a afirmação de que restaurante não é lugar para dois homens se beijarem, porque tem criança vendo. Qual a diferença entre ver dois homens se beijando e ver um homem e uma mulher se beijando? Sou da opinião do viva e deixe viver, e de gostar das pessoas por pressuposto, e desgostar caso aconteça algo que justifique isso (o motivo pelo qual acho tão intragável a afirmação de que "ninguém gosta de homossexual")

Esses discursos de ódio e inflamatórios já estão mostrando seus efeitos, com a grande quantidade de crimes de ódio perpetuados por apoiadores de Bolsonaro. Mas mesmo que não tivesse efeitos tão diretos, o ódio e o preconceito é uma das poucas coisas que eu acredito que não deve ser representada, para não legitimizar aqueles que compartilham desse ódio.

Quanto a corrupção, acredito que é um ponto de extrema importância, e tenho minhas ressalvas em relação a Haddad devido as diversos processos lançados contra ele. Não conheço bem as provas, porém, e sei que ele não foi condenado em nenhum desses processos, tendo sido inocentado já em dois (aqui um deles). Mas mesmo que Haddad seja corrupto (e dizer uma frase dessas me dói, "mesmo que ele seja corrupto"), Bolsonaro é, no mínimo, tão corrupto quanto. Ele se apresenta como o cara que vai limpar o Brasil da corrupção (uma estratégia de campanha que vem aí desde a república velha), mas passou sua vida toda de político no PP, o partido com mais envolvidos na Lava Jato (são 31 do PP contra 6 do PT). Ele também admitiu ter recebido propina e "rejeitado", devolvendo ao partido que depois deu o mesmo valor à ele, e depois justificou o fato de saber que o partido havia recebido propina dizendo que todo partido recebe. Esse último ponto é importante, porque eu sou incapaz de acreditar que uma pessoa que se justificou dizendo que "mas todo mundo tá fazendo" seja capaz de resolver a coisa que estão todos fazendo. Mais pra perto da eleição ele decidiu mudar de partido, escolhendo o PSL, que é um de apenas dois partidos brasileiros com nota 0 em transparência. Isso também torna muito difícil para mim acreditar que ele levará uma gestão transparente. Isso sem mencionar outros casos recentes, como a funcionária fantasma, a omissão de R$2.6mi em bens.

Além disso tudo, as pautas de Bolsonaro são extremamente fracas. Eu fui ler o plano de governo dele e além de mal-formatado (o que já gerou piadas o suficiente) ele passa muito mais tempo apontando falhas e dedos do que fazendo propostas de solução. Acho que em qualquer dado tópico tem uma razão de 3:1 de texto de reclamação e crítica para texto de solução. Isso se traduz em propostas que não são explicadas (como sua proposta de reduzir ministérios, sem dizer quais). Em outros pontos que ele vai mais a fundo (e mesmo o mais a fundo é bem pouco a fundo), eu sou totalmente contrário, como armar a população. Apesar de ver, entender, e valorizar o discurso das liberdades individuais, eu acho que o armamento da população é uma medida perigosa, e que quase toda literatura científica mostra como não sendo uma solução à segurança como ele propõe. Além disso, ele vai contra outras liberdades pessoais que eu acredito que tem precedência maior por serem, realmente, "mais pessoais", como a descriminalização e legalização das drogas, que era um dos pontos do plano de governo de Haddad, e que tem diversos resultados positivos, como em Portugal, que viu um aumento no número de pessoas se tratando por dependência, e a legalização no Colorado permitiu que os impostos sobre a maconha fossem usados para "o bem".

Bolsonaro propõe algo que, em minha opinião, é um ataque a educação no nosso país. O discurso de que há uma doutrinação na educação hoje é, em minha opinião de aluno de um colégio federal que teve muitos professores grevistas e fortemente de esquerda, ridícula. Inclusive, se esse fosse o caso ele não estaria ganhando entre o público mais educado que, justamente, teria passado por essa doutrinação marxista/esquerdista. Mais uma vez dando exemplo da minha escola, eu vi professores essas eleições ocupando quase todo o espectro político, de professor que votou em Boulos, até professor que votou em Amoedo. Eu acredito que o que há na educação não é uma doutrinação, e sim a simples extinção de algumas formas de pensar, que morrem quando estamos em um ambiente de intelectualidade e de compartilhamento de opiniões em que todos são iguais. Por exemplo: Acho muito improvável que você encontre um intercambista que seja xenofóbico, e, de fato, o intercâmbio é usado por algumas organizações pelo mundo justamente para combater esse tipo de pensamento. Isso não acontece porque o intercâmbio é, por natureza, doutrinador, mas sim porque quando você vive a experiência de outra pessoa em outro país, de outra cultura, quando você se torna minoria, aí você começa a ver de maneira diferente as outras culturas, e as minorias em seu próprio país. Eu acho que o mesmo pode ser dito de algumas ideologias, como o conservadorismo, em relação a educação.

Por fim, e de maneira geral em relação ao ponto de propostas, eu acredito que votar no Bolsonaro é assinar um grande cheque em branco, o que pode ser OK se você de fato olha para Bolsonaro e se sente completamente representado por ele, mas acho que não é uma opção interessante para o país como um todo.

Outros pontos comuns de debate:
Haddad foi o pior prefeito da história de São Paulo
E ainda assim ganhou prêmio da Bloomberg Philanthropies, e também da ONU, e foi considerado "visionário" pelo Wall Street Journal. Com ele S.P. teve uma série de avanços, inclusive a recuperação de mais de R$270mi desviados.

Haddad está sendo poste de Lula
De fato, também não gosto disso, mas pelos motivos que coloquei acima, ainda prefiro votar em um poste do que no Bolsonaro
Bom, gostaria agora de me colocar aberto ao debate. Acho que seria realmente interessante se vocês puderem desafiar os pontos que coloquei aqui, e trazer coisas que eu talvez esteja perdendo. Abraço.
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2018.10.19 04:31 Crazed_Archivist O Perigo do Autoritarismo Contemporâneo: O Exemplo Chinês

O Perigo do Autoritarismo Contemporâneo: O Exemplo Chinês
Recentemente, uma noticia chamou minha atenção e quando eu comecei a olhar mais para o assunto tratado, eu não consegui acreditar, até mesmo agora olhando para toda a informação que eu conseguir juntar eu continuo pensando que tem que ter algo de errado na minha conclusão, algo que eu não entendi, tipo, eu devo ter lido errado porque isso é algo tão doentio que parece que saiu de um filme de ficção cientifica distópico e mesmo assim, está aqui no nosso mundo, aparentemente a China esta categorizando seus cidadãos por nível de obediência.
Passando pelo nome de "Sesame Credit", a China criou um sistema de pontos para saber o quão bom cidadão você é ! E isso é uma das coisas mais assustadoras que eu ouvi em um bom tempo, é operado por duas empresas, Tencent e Alibaba, então, os donos das maiores empresas da China fizeram uma parceria com o Governo para criar algo parecido com a forma que bancos calculam o seu Credit Rating, mas ao invés de calcular o quão frequentemente você deixa de pagar suas contas, ele calcula o quão obedientemente você segue as regras do Partido Comunista Chines. Eles pegam data das redes sociais, então se você posta fotos de protestos ou posta algo falando mal sobre o presidente Chines, a sua pontuação cai, compartilhe um link falando sobre como a economia chinesa vai bem e a sua pontuação sobe. Mas, Alibaba e Tencent são as duas maiores empresas de monitoramento de compras na China, então o Governo também pode retirar informação das suas compras, se você comprar coisas que o Estado diz ter valor, como sapatos de trabalho ou frutos da agricultura local, você ganha pontos mas se você importar Anime do Japão, sua pontuação cai.
Essa pontuação tem consequências no mundo real, ter uma pontuação alta te trás benefícios como facilitação de retirada de documentos como Visto ou facilitação de retirada de empréstimos bancários, agora, atualmente não existem consequências negativas por ter uma nota baixa mas o governo já anunciou penalidades para baixa pontuação quando o sistema ficar mandatório em 2020, penalidades como corte de Internet ou impedindo a pessoa de arranjar empregos. Existe também mais uma forma de pontuação do "Sesame Credit" e é ai que o sistema deixa de ser repulsivo e vira doentio, já que o App se conecta a redes sociais ele também escaneia seus amigos, ou seja, você perde pontos por ter amigos com baixa pontuação e o App te avisa disso, a qualquer momento, qualquer um pode checar a pontuação dos outros, e quando você olha sua própria pontuação o app te mostra um mapa de todos os seus amigos e suas pontuações para te mostrar quais deles estão te arrastando para baixo. Ou seja, as pessoas com pontuações altas, que, mesmo que não gostem do governo ou do sistema, fazem de tudo para manter suas pontuações altas para não sofrer as consequências vão ou obrigar seus amigos a fazer o mesmo ou simplesmente parar de falar com eles.
Essa é a questão central de como o sistema funciona e é também oque faz disso a ferramenta mais assustadora de opressão autoritária que eu já vi na vida, porque tipo, censura em massa, sequestros e até assassinatos, esses todos são formas de manter a opressão mas essas formas geram raiva por parte da população que eventualmente acaba se rebelando, no fim essas ferramentas são caras e impossíveis de se manter, mas, pressão social ? Isso é gratuito e acontece sozinho e como ferramenta governamental isso é bem mais difícil de acabar em revolta. Com um sistema assim, um governo não precisa subornar vizinhos para ficar de olho uns nos outros já que isso já acontece automaticamente no sistema de pontuação, o governo não precisa intervir, a "re-educação" vai ser feita por eles através dos amigos, colegas de trabalho e até familiares daqueles com poucos pontos e mesmo que isso não funcione, ideias contra o sistema vão ser isoladas, já que ninguém vai querer se associar com essas pessoas para não manchar suas pontuações.
Isso muda totalmente o contexto de um regime autoritário, no passado você obedecia o Estado porque tinha medo, o medo era sua motivação, mas o "medo" é algo negativo e gera revoltas. O mundo que eu estou observando agora, muda o jogo, o estado agora usa reforço positivo para as pessoas com pontuações altas ficarem em linha. O sistema ainda não é mandatório ainda, é opcional, mas será mandatório em 2020 e existe uma brilhância terrível em fazer ele ficar mandatório apenas depois, as pessoas que adotarem mais cedo são as pessoas que já estão excitadas com o sistema, pessoas que já são patriotas e estão prontas para mostrar seu nacionalismo para o mundo e como adotaram mais cedo, vão falar bem do aplicativo e dar um ar de positividade e divertimento a coisa e depois será imposto sob a sociedade como um todo, e mais, os usuários atuais vão competir, já é possível ver imagens de Twitters chineses mostrando suas pontuações altas, mostrando seus "prêmios" e isso vai ser como o sistema vai se basear, como uma competição para saber quem vai concordar mais com o governo.
Enfim, eu ainda estou não estou 100% convencido que isso tudo é verdade, se alguém tem algum amigo na China, por favor me diga porque eu adoraria estar errado sobre tudo isso, caso eu não esteja, então, eu espero que espalhando a informação eu consiga criar uma discussão sobre isso.
---Texto de Extra Credits--- vlw u/forgot_my_pw

https://i.redd.it/0uwb4ee302t11.jpg
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2018.10.02 18:51 Br2the416 Algo está errado quando juízes querem ser árbitros da arena eleitoral Bruno Boghossian Folha de S. Paulo 02/10

https://www1.folha.uol.com.bcolunas/bruno-boghossian/2018/10/algo-esta-errado-quando-juizes-querem-ser-arbitros-da-arena-eleitoral.shtml

Tutelar o eleitor e interferir no debate político não cai bem ao Judiciário

O avanço das ações de combate à corrupção deu protagonismo inédito ao Judiciário na vida do país. O trabalho de magistrados produziu revelações que imprimiram uma marca permanente em partidos e agentes políticos. Algo está fora do lugar, entretanto, quando juízes pretendem assumir também o papel de árbitros da arena eleitoral.
Em agosto, o juiz Sergio Moro achou melhor adiar para novembro o depoimento de Lula em um dos processos que correm contra o petista. “A fim de evitar a exploração eleitoral dos interrogatórios, seja qual for a perspectiva, reputo oportuno redesignar as audiências.”
O magistrado acrescentou uma crítica ao réu nesta segunda-feira (1º) e afirmou que o ex-presidente “tem transformado as datas de seus interrogatórios em eventos partidários”.
O comentário serviu de introdução ao despacho em que o juiz tornou públicos, a seis dias da eleição presidencial, trechos da delação de Antonio Palocci. O ex-ministro acusa Lula de ter conhecimento dos esquemas de corrupção na Petrobras e diz que o PT financiou ilegalmente suas campanhas políticas.
A divulgação do depoimento, com clara influência sobre o processo eleitoral, reforçou no PT o discurso de que o Judiciário age para prejudicar o partido. Moro sabia disso e buscou uma defesa prévia: “A farsa da invocação de perseguição política não tem lugar perante este juízo”.
No Supremo, Luiz Fux também olhou o calendário ao proibir uma entrevista de Lula à Folha. O ministro julgou razoável tutelar o eleitor, “considerando a proximidade do primeiro turno”, e afirmou que declarações do ex-presidente provocariam “confusão”. A única confusão até agora se deu no tribunal, que precisará discutir o caso no plenário.
Os juízes exercem um bom ofício quando tomam decisões para garantir direitos e punir aqueles que desrespeitam a lei, em qualquer dia do ano. Interferir e tentar mediar o debate eleitoral não cai bem a quem exerce essa função —“seja qual for a perspectiva”, como escreveu Moro.
Bruno Boghossian
Jornalista, foi repórter da Sucursal de Brasília. É mestre em ciência política pela Universidade Columbia (EUA).
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2018.09.08 02:55 EdSantos_321 Apareçam hoje (Sábado) na manif contra a censura na Internet, às 17h em Lisboa!

Olá!
Este é um apelo para aparecerem hoje (especifiquei no título que hoje é Sábado, para quem precisar de orientação), às 17h no Largo Camões em Lisboa (é sempre em Lisboa, pahhh!), para a manif contra os filtros de censura e restantes ideias idiotas que estão quase a passar em Bruxelas.
Então o problema é mais ou menos o seguinte:
gatos e unicórnios!
Let's keep our Internet weird! \o/ \o/ \o/
Evento do Facebook:
https://www.facebook.com/events/293165507942061/
Site:
https://salvar-a-internet.wixsite.com/salvar-a-internet
Está a ser organizado pelos mesmos estudantes da primeira manif.
Dúvidas? Vou já respondendo às mais comuns:
https://direitosdigitais.pt/comunicacao/noticias/64-o-minimo-sobre-a-reforma-direito-autor
Filtros de censura e taxa do link.
Sim, está no link acima.
A Internet não vai acabar, é certo. Pode é ficar uma mrd. Alguns de nós estão a tentar mantê-la como é. Reagir com algum cepticismo é algo comum e normal. Sim, se calhar vai correr tudo bem e a coisa resolve-se (até à próxima).
Claro que acreditar nisso implica alguma (muita) fé na capacidade dos nossos deputados europeus para chegar a uma solução de algum bom senso, sem nós estarmos em cima deles a fazer barulho. Não é propriamente impossível, tipo... o Sporting ganhar o campeonato este ano. Pode acontecer, mas... cuidado com as apostas a dinheiro! [perdoem-me a piada caros adeptos, eu também sou do SCP. Hoje é também um dia complicado nessa vertente - e este ano não tenho fé nenhuma].
Ah, e não contem que haja pressão dos cidadãos apenas com a cobertura jornalística que o assunto está a ter... (nota: os jornais são parte directamente e economicamente interessada no assunto - vide artigo 11, taxa do link.)
E não estamos sozinhos nesta posição. Aliás, parece que tirando quem directamente beneficia da reforma a nível económico, há um consenso que isto é má ideia. Passem os olhos por aqui: https://direitosdigitais.pt/decisions_decisions/index_PT.html
Há dois meses conseguimos (por uma escassa margem!) que o plenário do Parlamento rejeitasse a versão que saiu da Comissão responsável por esta pasta (em que tínhamos o nosso grande Marinho e Pinto, cof cof), e que TODOS os Eurodeputados pudessem submeter propostas de alterações ao diploma. É isso que vai acontecer na próxima semana. A partir daí o texto já pouco vai alterar (há mais detalhes mas basicamente é isso) até ser votado pela derradeira vez. Se esta semana não o conseguimos melhorar, chapéu. Depois é tentar mandá-lo todo para o lixo, mas é muito, muito difícil que isso aconteça.
Contacta os deputados que nos estão a lixar a Internet:
https://pt.saveyourinternet.eu/
Contacta os deputados que nos estão a lixar a Internet:
https://pt.saveyourinternet.eu/
E aparece no encontro.
Cria uma thread com a tag sério e lança a discussão, que é interessante.
Neste caso em concreto, temos a sorte de termos as eleições à porta (Maio de 2019). Não são à porta para nós, mas são à porta para os partidos, que já andam todos atarefados a fazer programas eleitorais e decidir que temas lhes podem dar mais uns pozinhos de votos. A votação final é bem capaz de ir calhar perto das eleições, e nessas alturas todos querem ficar todos bem na fotografia. Ou quase todos. Por exemplo, na reuniões-sombra do assunto (reuniões em que representantes dos grupos parlamentares tentar chegar a acordos) que decorreram esta semana, o EPP e o S&D (os maiores grupos parlamentares, que têm um peso imenso) disseram que estavam muito disponíveis para procurar acordos pois tinham por objectivo evitar campanhas sobre este tema perto das eleições. Regra geral, eles não estão interessados em ser associados a medidas de censura, por estas alturas.
Mas ao que parece o acordo proposto estava muito longe de ser um compromisso para todos, pelo que em princípio não vai haver acordo.
Erm... vamos lá ver uma coisa. É uma manif por uma Internet livre. O comum cidadão está a leste do que estamos a falar. Portanto: não. Por outro lado, determinados nichos (como o Reddit) até estão bem em cima da coisa, pelo que o lado positivo é que é um encontro porreiro para conhecer gente fixe.
Também eu. E uma data de gente, que isso é coisa extramamente comum (e talvez ainda mais no Reddit? :P). Não vai passar se ficares sempre em casa. Aparece que ninguém morde e vens embora quando quiseres. E fala com pessoas!
Até já!
PS: Vou dormir e respondo amanhã. O pessoal do turno da noite que dê aí uma ajuda nisto. E venham também, que marcámos às 17h precisamente para que possam acordar e ir.
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2017.08.04 16:46 kennerc E se a gente criasse “grupos de orientações” para as eleições?

Bom dia redditors do /brasil, li hoje esse post, bem como alguns excelentes comentários, e gostaria de propor uma mobilização nossa para 2018.
Tendo em vista que aqui o pessoal tem um pouco mais de consciência política, o que vocês acham da gente se organizar e começar a fazer “campanhas de conscientização”.
À priori funcionaria assim, a gente se organiza por estado e pré-eleição a gente começa a analisar e pesquisar os candidatos de nossa região, tentando “viralizar” o resultado de nossas pesquisas. Mais próximo à data a gente começa a montar mensagens tentando explicar como funcionam pontos confusos do sistema eleitoral brasileiro, como voto distrital, voto em braço/nulo, etc... Pós-eleição montamos mensagens indicando formas de fiscalizar e cobrar os candidatos eleitos. A forma de disseminação seriam a redes sociais do “povão” mesmo whatsapp e facebook, tendo em vista que o pessoal gosta de compartilhar mesmo esse tipo de mensagem, não sei se leem, mas compartilham.
Sei que é uma ideia muito “simplista” mas, além de uma consciência política mais sóbria, temos aqui um grupo muito diverso, e acredito que juntos seriamos capazes de criar um material bom utilizando as habilidades de cada um, o que me dizem?
PS: Algo completamente destituído de partido político, acredito que o objetivo principal seria tentar eleger políticos 100% ficha limpa, e com um histórico de realizações.
submitted by kennerc to brasil [link] [comments]


2016.12.15 19:38 lakeyosemit2 Desde 2008, o /r/brasil teve 817.419 comentários feitos por 14.729 usuários únicos. Parabéns à comunidade!

Esses dias fiz um post com os comentários mais votados dentre os últimos 57 mil. Por causa de problemas técnicos, não fi-lo com todos comentários de todos os tempos. Agora, depois de 250 GB de comentários baixados ao longo de uma semana, tenho todos os dados.
O primeiro comentário feito ao /brasil foi no dia 16 de Fevereiro de 2008:
Usuário Comentário
tivolitur Tivoli Lazer, viagens de lazer, pacotes , pousadas,
Nascido do spam, o sub atingiu em 31 de Outubro de 2016 a marca de 817.419 comentários, feitos por 14.729 usuários únicos. Ao todo, os /brasileiros distribuíram um net karma (upvotes - downvotes) de 2.698.865! Por limitações do arquivo de comentários não foi possível incluir comentários mais recentes, e é possível que o sub já tenha atingido seu milionésimo comentário! Os comentários do /brasil filtrados do arquivo de 250 GB com todos comentários do reddit podem ser encontrados aqui (53 MB). O código para obter os dados mencionados nesse tópico pode ser encontrado aqui. Sem mais delongas, aos top 20!
Os 20 usuários com maior karma de comentários acumulado na história do sub:
Usuário Karma
[deleted] 126685
protestor 25890
nmarcolan 25849
babsrosa 24061
I_am_bovo 22381
chokkolate 18863
schmook 18536
SamucaDuca 15628
ROLeite 15203
bycrozz 14859
Donnutz 13062
1984stardust 12970
busdriverbuddha1 12546
kupfernikel 12259
VeteranCommander 12010
waspbr 11755
hoodjiah 11389
Montgomery-Cavendish 11074
Jay_Santos 10682
mmxx_th 10462
Os 20 comentaristas mais odiados do sub (menor karma acumulado):
Usuário Karma
VyMajoris -1073
Eonporter -614
parallel_life -592
Lffaz -381
Helhkr -136
axnine -113
PedroDev -98
EstudantedeHisotria -94
MeesterNoName -91
TheAngelW -86
feb33_1958 -84
Gothnath -82
PalavraDeDeus -73
VarsityPhysicist -64
confirma1X -58
I_HATE_GRINGOS -56
s9ugwSbM -56
PM_ME_WEED_AND_PUSSY -55
The_Force_Within -55
ce_dibb -54
Gostaria de congratular o VyMajoris pelo feito!
Os 20 melhores comentários
Votos Autor Comentário
777 vicedecorativo I'M LAUGHING A LOCHTE
495 adminslikefelching You don't have to apologize for what you haven't done, the actions of a bunch of people don't represent an entire nation.
488 frahm9 Bessias
399 qwerty7190 MEXICANO AQUÍ, NO LES ENTIENDO MUY BIEN PERO TIENEN MI SOPORTE, ADELANTE GUEYES
373 PanchDog CHILE TE APOYA CONCHESUMARE Y QUE ESTOS GRINGOS MARICONES DE REDDIT SE CHUPEN UNA SALCHICHA ALEMANA!!!\n\nBRAZIIIL-ZIL-ZIL-ZIL-ZIL
359 meunovonomedeusuario E DIGO MAIS: SANTOS DUMMONT É O INVENTOR DO AVIÃO
332 srjow Coitada, não sabe manobrar que nem o pai.
325 mmxx_th > que até a OI faria um trabalho melhor\n\nPelo menos não iria mais funcionar celular na prisão.
315 frahm9 Põe tag de spoiler porra, eu tou na parte do Ciro puto ainda.
311 AbortusLuciferum É tanta manobra que já podiam criar Eduardo Cunha Pro Skater 2016\n\n...desculpa
296 Gusteer VAMO CARALHO CHEIRA MEU CÚ GRINGO ARROMBADO\n\nWOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO\nBIRRLLLLLLLLL\n\nEDIT: É GOLD AQUI TBM, VALEU PORRAA
288 Gambrel ACABOU A CRISE CARAI ! VI PEDREIRO ABASTECENDO O MONZA 89 NA PODIUM E DANDO O TROCO PRO FRENTISTA !\n\n\n\nFoi lindo, o carro saiu voando em direção aos céus.
271 Eitjr Se o voto do Não tivesse recebido 367 votos, você sentiria a mesma coisa.\n\nO deputado do dolar na cueca ministrando sobre ética.\n\nDeputado envolvido com mensalão, deputado envolvido com petrolão tudo votando NÃO.\n\nAqui em Goiás tem um comunista do PT - o único que votou não - que é milionário e faz campanha como sendo defensor dos professores, mas é o primeiro comunista e o primeiro professor MILIONÁRIO que eu conheço (detalhe, antes de entrar na política era quebrado como todos os professores que acreditam nele)\n\nTivemos na mesma proporção (tem um outro post com os gráficos) deputados envolvidos em escândalos dos dois lados, muitos ainda não pois possuem foro privilegiado, mas logo logo vão receber a sua punição...\n\nDeputados e PARTIDOS falando sobre a constituição sendo rasgada - MAS QUE VOTOU CONTRA A CONSTITUIÇÃO DE 1988 \n\nDeputados falando que não houve crime, quando há provas cabais que HOUVE crime.\n\nDeputados falando em defesa da democracia, sendo que o impeachment É a solução democrática para impedir que um presidente faça essa bagunça que foi feita no nosso país\n\nO momento alí era para falar SIM ou NÃO, poucos fizeram isso. Você não pode se revoltar que eles não falaram da pedalada ou falaram de família porque ali não era pra falar nada, tiveram a semana toda para falar. Os que falaram, aproveitaram os seus 30 segundos na frente da TV onde milhões estavam assistindo para darem uma satisfação aos seus eleitores ou aparecerem mesmo.\n\nMas deveria ser só SIM ou NÃO.\n\n\nQual a legitimidade de um governo que fica falando que teve 54milhoes de votos e o vice não teve nenhum, mas escolheu justamente o PMDB para ser aliado, porque o PMDB é o partido com mais representações nas prefeituras e nos estados? Quantos MILHÕES só votaram 13 porque são PMDB e apoiam candidatos e políticos do PMDB? E ainda falam que o vice é GOLPISTA? E que ele não teve votos?? Porque não fez uma chapa só PT-PT então?\n\nQual a legitimidade de um Estado, que foi eleito MENTINDO para a população sobre a atual situação econômica do País? No dia SEGUINTE EXATO depois da eleição o governo mudou posições que DOIS DIAS ANTES ela no debate falava que não ia mudar, começou a retirar benefícios do povo que eram a bandeira da eleição, PRONATEC, CIENCIA SEM FRONTEIRAS, DIREITOS DO TRABALHADOR.\n\nNão conseguiu segurar a economia, a inflação, a petrobrás. Tudo que falaram que o outro candidato iria fazer. Qual a credibilidade tem um estado que MENTIU para ir para o poder e fez depois o OPOSTO que falou ao povo que iria fazer?\n\n\n\nQual a legitimidade de um estado que fez a sua campanha FINANCIADO COM CENTENAS DE MILHÕES que foram roubados das empresas estatais? Dinheiro que era para ser investido para melhorar o país foi desviado para bolsos de empresários, políticos e CAMPANHAS ELEITORAIS!! A mentira contada pelo PT, foi paga com corrupção.\n\nE não sou eu que estou falando não, são mais de 50 delatores que confessaram o crime, e vão passar anos na cadeia e tendo que devolver milhões de reais que estão falando.\n\nÉ legítimo isso?\n\n\n---------------------\n\nAlgo precisa ser feito. Não acho que CUNHA ou TEMER são a solução, mas FICAR PARADO VENDO ISSO NÃO SE PODE.\n\n\nE continuo FORA LULA, FORA DILMA, FORA CUNHA, FORA RENAN SIM!\n\nA diferença é que tem gente que quer: 'SÓ FORA CUNHA, SÓ FORA RENAN, SÓ FORA TEMER - mas por favor não meche na dilma, não meche no lula'.\n\nEssa é a diferença e por causa dessa diferença, eu estou sim, CONTENTE.\n\n\nQue o brasil aproveite essa OUTRA chance, pra se arrumar. Ao invés de ficar gritando golpe e tentando tampar os olhos.\n\n\nViva a Lava Jato. Prisão a todos os corruptos. De todos os partidos!\n\n\n-------------\n\nNÃO SOU A FAVOR NEM DA BOSTA, NEM DA MERDA, SOU A FAVOR DA DESCARGA
268 mushenrique Bel Pesce é a sacerdotisa brasileira de uma nova religião contemporânea: O empreendedorismo de Palestra.\n\nEla basicamente só tem negócios que fazem uma coisa: Sua auto promoção. Um organiza as palestras dela, outra os livros dela, outra os cursos dela e por aí vai. Tudo isso começou por causa do mito que ela criou em cima dela mesma com o ebook a menina do vale.\n\nEla acumula no curriculum as figurinhas que as pessoas idolatram: Google, Microsoft, MIT, startup (aconselho a irem ver no que deu a startup dela). Buzzwords como 'inovação', 'disruptiva', 'crowdfunding', tudo isso seduz a geração Y wannabe de Steve Jobs, Zuckberd, Musk e afins. \n\nIsso chega ao absurdo das pessoas DAREM dinheiro pra ela... cara, dar dinheiro pra ela pra que? Não é ela inovadora, disruptiva, criativa destrutiva, fodedora de velhos negócios?\n\nEla é o Edir Macedo desse culto, a propagandeadora dessa bolha que estamos inchando nesse século, dessa punhetação coletiva chamada 'ecossistema de startups' que é um grande cassino de gente rica querendo investir e um show de calouros pra gente que sonha em ganhar investimento dessa gente e 'entrar pro clube'. Alguém já assistiu Black Mirror?\n\nNão caiam nessa.\n\n*EDIT: Acompanhando os comentários da própria campanha. Que vergonha alheia, cara.\n\nEDIT 2: O loco, um GOLD. To melhor que a própria Bel Pesce em mobilizar as pessoas a me darem coisas.\n\nEDIT 3: 01/09/2016 - Quando eu disse pra procurarem a respeito da Startup que ela fundou.... voltei aqui só pra dizer que 'eu avisei', haha.
261 KaXaSA >“No Brasil é assim: quando um pobre rouba ele vai para a cadeia, mas quando um rico rouba ele vira ministro”.\n\n>-Luiz Inácio Lula da Silva\n
244 bschmok1 American here who just got back from Rio (and Recife and Curitiba). \n\nThe Rio Olympics were spectacular! And I'm so disappointed that many of my compatriots apparently decided not to go because they believed the fear-mongering media.\n\nIt was very noticeable that there were far fewer Americans compared to Europeans/Canadians/Australians and listening to the ridiculous, ignorant comments of my friends/family/coworkers regarding Rio/Brasil is getting annoying.\n\nAs someone who has lived and traveled abroad (including in SP and Curitiba), it's easy to forget how sheltered and U.S.-centric most Americans are until they are given the chance to talk about another country...
244 schmook Sujeito nojento. Nojento. O cara glorifica torturador e vocês chamam ele de mito? \n\nUma coisa é ser contra a Dilma, e eu sou. Uma outra coisa é ser pró impeachment, que eu também sou. \n\nMas homenagear o cara que torturou ela? Puta que me pariu. Isso é coisa de gente baixa, nojenta, sem capacidade moral, gente sádica, sem humanidade. Gente espúria. \n\nMinha mãe foi torturada por gente como esse bandido, nojento, sádico. Cuspiria eu mesmo na cara dele com todo prazer.
240 pucci_after BORA COLOCAR O PRIMEIRO POST EM PORTUGUÊS BRASILEIRO NO /all\n\nEDIT: VIGÉSIMO SEGUNDO POST DA FRONTPAGE, RUMO AO TOP 5, GOGOGOGOGOGO
238 meunomeegal Poxa vida!!! Eu nem entro mais em sites de notícias. Quando quero saber algo relevante venho aqui, vejo o que me interessa, leio os comentários, veja a galera debater (quase sempre um debate mais claro, objetivo e menos parcial do que dos sites). É uma pena!!!
237 nerak33 A Mônica e o Cebolinha vivem o bullying como devia ser se o mundo fosse cor de rosa. Eles vivem o sofrimento humano só com as lágrimas, mas sem o rancor e a amargura que as injustiças deixam na gente.\n\nMônica é a dona da rua. Cebolinha se acha mais esperto e quer ser ele o dono da rua - simbolicamente quer roubar o coelho dela, o Sansão. Assim como Dalila precisava tirar o cabelo do herói para tirar sua força, Cebolinha precisa roubar Sansão para tirar o poder simbólico, o cetro de Mônica. Mas seus planos sempre dão errado e ele apanha. Porque bate nos meninos, Mônica é a dona da rua. O ciclo se repete.\n\nQuem começou? Não dá pra saber. Isso distancia a 'violência' entre essas crianças de uma relação de bullying. É uma rivalidade em pé de igualdade.\n\nMônica chora, mas também se defende. Cebolinha apanha, mas não perde o sarcasmo. Eles sofrem, mas não são derrotados.\n\nSão como os clowns. A gente ama tanto a nossa humanidade que há neles, e é por sofrerem que são humanos. Mas eles sofrem sem rasgar e sem perderem a humanidade. São mais humanos, por não serem de carne.\n\nE são crianças. São capazes de serem ao mesmo tempo malvados e doces uns com os outros. Vão nas festas de aniversário uns dos outros e combatem vilões juntos. Ajudam a tirar ciscos do olho e consolam-se quando estão tristes. Acho que no céu é assim: as crianças ainda brigam, mas nunca se machucam e sempre se perdoam.\n\nNão é a toa que a Turma da Mônica funciona, mesmo com o traço simplório, a seqüência de quadros e fundos preguiçosos, etc. São histórias que tratam o leitor infantil com honestidade e também com carinho.
Já a Estatueta Amácio Mazzaropi de Nióbio para os 20 piores comentários da história vai para:
Votos Autor Comentário
-107 rubemll Não sei se isso vai acabar (E acabar com os gameplayers seria uma boa, não passam informação relevante, é um tipo de conteúdo completamente fútil e inútil), mas acho que já está fazendo muita gente rever essa mania maluca de querer alta definição em tudo.\n\nAssistem TV 480i boa parte do tempo, mas na hora de um conteúdo irrelevante como filme e vídeo do YT querem 1080p, vai entender, só consome mais banda a toa.\n\n(Áudio lossless que é bom esse povo não procura, porque nem sabe o que é isso. Se fazer upscale de 720p pra 1080p e postar assim muito noob assiste 1080p felizão e elogia a qualidade, é pura fachada essa necessidade de altas resoluções, tenho sérias dúvidas se 90% dos baixadores de fullHD notariam a diferença de uma exibição 720p pra 1080p)
-92 rubemll Alguns nazistas matavam judeus só por entretenimento.\n\nTem uns playboy retardado que tacam fogo em mendigo só por entretenimento.\n\nSe é só entretenimento então tá liberado.\n\nDesde que os Direitos Universais do Homem estabeleceram que todo mundo tem direito a alimentação, segurança, moradia e etc, a prioridade deveria ser melhorar o mundo até que isso seja alcançado, e jogar joguinho inútil não ajuda em nada pra isso. \n\nDia que o mundo todo tiver equalização de acesso à renda, alimentação e informação, aí tá liberado gastar o tempo extra com futilidades inúteis só pra entreter.\n\nAs coisas precisam ter uma utilidade mais nobre, 'só entreter' é coisa pra neanderthal egoísta que não sabe enxergar o mundo ao redor. Se tem gente que se entretêm pesquisando, publicando e estudando conteúdo pra melhorar o mundo, porque vai defender esses pirralhos egoístas que se entretêm só com o que afeta apenas a própria bunda?
-88 Eonporter Um salto de marcha ré... bem vindo de volta à Roma pagã.\n\nEDIT: Mas pelo menos houve uma votação democrática. O que nos tempos atuais já digno de nota. A Irlanda está se enterrando, mas pelo menos é voluntariamente.
-85 luisfca O pão e circo mostrando toda sua força! Não percam a chance de mostrar isso, pessoal! Vamos bater no peito toda nossa ignorância
-75 CadeOCarimbo 1) Acho que ninguém aqui do sub participou da organização, então é meio vazio dar os parabéns a nós. \n\n2) Melhores olimpíadas da história? Vc tem acompanhado as notícias? Austrália, Argentina e Jamaica reclamando das condições físicas, um fotógrafo europeu teve 40k usd de equipamentos roubados, atletas australianos e espanhóis assaltados..
-74 VictorPictor Vc sabe que o DOPS já existia antes da ditadura e que continua existindo até hoje em vários estados né? Sem pelo menos a data das fotos, a suspeita de que estas crianças tenham sido fichadas, ou mesmo presas, recai sobre qualquer governo entre 1924 até o fim da ditabranda.
-73 Lffaz Lamentável é cooperar com o imperialismo e querer interferir na política interna de um país soberano cujo líder foi eleito legítimo e democraticamente, sendo uma das últimas resistências ao neoliberalismo destrutivo promovido pelos estadunidenses.
-73 RandyLiddell Nojo é essa cambada de 'adultos' sem responsabilidade pelos seus atos, que quer transar sem protecao e depois fazer aborto.\n\n
-70 merdalsd Tem que denunciar. Cadeia nelas.
-67 parallel_life Bem típico dos autoritários cercear manifestações de opiniões diferentes mesmo, nem que seja com tinta. A próxima atitude será pintar os livros de branco?
-66 MeesterNoName Huh. Looks like some Brazilians are happy they beat a third tier German U-23 team in a penalty shoot out.\n\n7-1 boys, 7-1.
-64 Dinosaur_Supervisor Vamos combinar: videogame não é esporte.
-64 Lffaz Mensagem clara do STF: não vai ter golpe.\n\nMoro tem que ser exonerado por colocar em risco a soberania nacional.
-64 SeuGomes Obviamente, tudo que foi dito é 100% sério, ironia não existe mais.
-61 Hambr > A menina obviamente não era santa.\n\nSim. Provavelmente você também não é santo. Isso não significa que podem te estuprar.
-61 PedroDev Tudo que eu preciso é de um VLOGGER com o cabelo mais ridículo da história (edit: só pra explicar, pois o pessoal tá com dificuldade de entender, que a zuada com o cabelo dele é só uma brincadeira... o problema dele tá na parte de dentro da cabeça) pra me dizer oq achar sobre desarmamento
-61 smartassnick Não entendi. Esse aplicativo é pro hype train da nova geração? \n\n\nPokémon é legal e tal mas já passou da hora de parar. Vão só pegar outro par oposto (sombra e luz, mar e céu, fogo e água, daqui a pouco é 0 e 1, esquerda e direita) e fazer uns designs sem noção.
-58 sceptres Eu amei esse filme. Só não fez sucesso prq os neckbeards não gostaram que era um elenco feminino \n\n*ITT: Neckbeards se sentindo atacados
-57 [deleted] [deleted]
-57 Raposo_tavares Se fossem tantos assim, teriam vencido nas urnas. Não vai ter golpe.
Parabéns a todos envolvidos!
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2016.05.30 21:06 throwaway_rportugal Em memória do Mário Nunes – Heval Kendal

(throwaway por razões óbvias)
Hoje foi noticiado que o Mário Nunes, um português que combatia contra o Daesh na Síria, morreu.
As circunstâncias da morte dele ainda estão por esclarecer, e não quero especular.
Mas este é um caso que me afeta pessoalmente. Por isso e por ver muita desinformação espalhada pela net, achei que devia escrever alguma coisa para desmentir algumas coisas, tirar dúvidas e honrar a memória de quem merece que assim seja feito.
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Sou jornalista no estrangeiro. Há uns tempos trabalhei num órgão de comunicação social alemão e, pelo meu trabalho, tive que falar com família, amigos e camaradas de armas dele. Nunca cheguei a falar com ele diretamente, mas acompanhei a história muito de perto, assim como acompanho diariamente a situação na Síria e no Iraque.
Não é só por isso que isto me afeta pessoalmente (mas não quero dar mais informações minhas), mas por saber do que falo é que me atrevo a escrever aqui.
.
Quero que, primeiro que tudo, percebam uma coisa: o Mário não era um jovem ingénuo à procura de aventura. Ele tinha perfeita noção da geopolítica daquela zona. É fácil pensar que alguém tão jovem fez algo assim apenas porque queria adrenalina, e foi apanhado na propaganda simplista de um dos grupos que lutam naquela guerra. Mas desafio-vos a estudar mais de perto o que se está a passar.
O Mário juntou-se ao YPG (Unidades de Proteção Popular), a milícia de voluntários do PYD (Partido de União Democrática) que atua em Rojava (Curdistão Sírio). É importante percebermos a ideologia do grupo.
O PYD defende o estabelecimento de um estado democrático federal na Síria, com uma zona autónoma curda, construída segundo os princípios do municipalismo libertário. É fortemente democrático e secular. Basicamente, é dos únicos grupos sírios que defende que o futuro do país deve passar pela democracia secular e pela harmonia entre as diferentes etnias e religiões. Destes, é o mais influente e o mais aberto a voluntários estrangeiros.
.
E foi por isso que o Mário se juntou ao YPG. Porque para quem acompanha o conflito, é óbvio que é o único grupo na zona que luta pelo que a maioria de nós acreditamos, e que defende o respeito pelos Direitos Humanos acima de tudo (incluindo os dos membros do Daesh). É o único grupo cuja vitória na guerra não vai significar mais massacres e opressão.
Um dos problemas que afetam constantemente o YPG é a falta de homens e mulheres, principalmente com o território considerável que têm recuperado ao Daesh. Os voluntários estrangeiros são uma ajuda verdadeira. A coragem do Mário não foi em vão. Foi um homem que decidiu arriscar a vida para fazer o que estava certo do outro lado do mundo, porque lá precisavam dele. E é assim que ele deve ser lembrado.
.
Quando começaram a circular notícias sobre a primeira ida do Mário à Síria, foram dadas muitas informações falsas sobre ele. Principalmente o Jornal de Notícias simplesmente inventou coisas bizarras, o que se veio a provar ser tudo mentira. Não sei porquê, talvez ganhassem visualizações com isso…
Por exemplo, uma tatuagem que ele tinha em árabe a dizer “um mundo, um povo”, foi noticiada no Jornal de Notícias como dizendo “morte aos americanos”. Problemas na família foram exagerados, e explicações sobre o YPG foram dadas em muitos jornais com tantos erros óbvios que não sei de onde foram tiradas (incluindo em jornais que julgava mais sérios, como o Expresso).
Enfim, isto apenas para dizer para não confiarem no que lêem, especialmente no Correio da Manhã/Jornal de Notícias. O que eles fazem não é jornalismo.
E já agora, queria esclarecer outra questão que li no Reddit: o que ele fez não foi ilegal. Nada na legislação portuguesa impede um português de se juntar a um grupo armado não-terrorista (ainda por cima um grupo apoiado pela NATO). O único problema que teve foi por, à data da sua primeira viajem, fazer parte dos quadros da Força Aérea. Abriram um processo, decidiram rescindir o contrato dele, e fecharam o processo: fim da história.
.
O PYD formou recentemente, juntamente com forças árabes e assírias com a mesma ideologia, as SDF (Syrian Democratic Forces), que neste momento avançam contra a capital do Daesh, al-Raqqah.
Desejo-lhes sucesso e, em nome do Mário Nunes (conhecido entre os camaradas em Rojava como Heval Kendal), peço a todos os que puderem que se informem sobre o conflito. O /syriancivilwar é um bom lugar para começar.
Desculpem o texto grande. Qualquer pergunta que tenham, posso tentar responder.
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2016.01.20 02:17 criptonauta CARTA DE RICK FALKVINGE SOBRE O HARD FORK DO BITCOIN E RUMOS

CARTA DE RICK FALKVINGE NA SUBREDDIT /BTC SOBRE O HARD FORK DO BITCOIN E RUMOS Traduzido por Criptonauta – https://reddit.com/useCriptonauta
Alguns conselhos para o Classic e apoiadores
Então parece que o hard fork está acontecendo. Muitas pessoas têm lutado duro e por bastante tempo para aumentar o limite do blocksize, usando maneiras variadas, e parece estar finalmente acontecendo.
O Core não aproveitou a última oportunidade disponível para incluir um aumento do limite do blocksize no 0.12, mas anunciou um candidato a lançamento sem essa característica. Então é isso, é quando o fork acontece ou não acontece. Nesse momento, baseado no apoio anunciado, o fork parece estar seguindo adiante. Muitas pessoas que apoiam o Classic estão sentindo um grande alívio, mesmo se pessoas saibam que esse esforço não está feito até que o gatilho do blocksize tenha sido ativado na rede. Está longe disso nesse momento – nem mesmo há um código lançado. Mas tudo parece estar indo na direção certa.
É importante refletir sobre como isso é mais do que uma discussão sobre funcionalidades. Essa é uma eleição do que as pessoas decidem vem a decidir as funcionalidades direção, qualidade e visão seguem adiante. E como Satoshi declarou, há apenas uma coisa que determina o resultado da eleição: qual código está produzindo a corrente mais longa. É assim que a democracia do bitcoin funciona, bem assim.
Essa não é uma seleção de funcionalidades. É muito maior do que isso. É uma eleição de governança e administração para o futuro.
Como na maioria das eleições, sempre há muita animosidade – em ambas as direções. Assim, calcanhares bateram firme, valas se tornaram trincheiras e preferências se tornaram prestígio, as pessoas estão começando a chamar umas às outras e a acusar o outro lado por não trabalhar no que é melhor para o bitcoin, e ativamente citando nomes específicos em contextos negativos.
Quando aqueles no poder fazer isso a você, você está sentindo tudo no livro entre ressentimento, menosprezo e ultraje. É fácil fazer a mesma coisa de volta. Há até mesmo sugestões de que o Core está deliberadamente sabotando o bitcoin em benefício de... uma seleção de atores.
Isso cria uma cultura tóxica levando ao ponto da eleição, onde as pessoas estão com medo de tomar atitudes positivas ao bitcoin em antecipação de toda a atenção negativa que se segue – pois em tal ambiente, praticamente toda a atenção será negativa.
Isso não ajuda aquelas pessoas incumbentes de posições de poder tenderem a “fazer aquilo que elas devem, porque elas podem” de forma a preservarem o status quo, não importa o quão pequena ou insignificante aquela incumbência seja – isso inclui tudo desde o apagamento de discussões pelo Theymos, via tolos ataques DDoS a nodos XT, à venenosa requisição de pull ao Classic, sobre matar todo o investimento em hardware de mineração. Ações como essas não são totalmente desculpáveis, mas eles ainda são humanos: pessoas tendem a cometer o erro muito humano de deixarem os fins justificarem os meios, com os fins sendo aquilo que acreditam ser o melhor para a rede bitcoin.
É claro, outras pessoas discordam do que é melhor para a rede bitcoin, e a toxidade segue até que o conflito seja resolvido. E além. A toxidade irá permanecer até que ativamente removida pela liderança.
É a responsabilidade do vencedor em qualquer racha terminar a tóxica cultura de animosidade de hostilidades e adversarialismo pessoal. Eu não posso reforçar isso o suficiente.
A história é cheia de exemplos onde os vencedores se recusaram a viver junto com os perdedores e reconstruírem juntos o mundo uma vez que o conflito foi resolvido. Isso nunca termina bem. Por outro lado, onde o oposto é verdade – o fim da segregação da África do Sul por Mandela como presidente me vem à mente como um bom exemplo de liderança aqui – pessoas aprendem a deixar a animosidade para trás.
Existe um thread muito upvoted sobre manter a moral alta no /btc, o que me faz feliz. Contudo, um esforço como o que estou descrevendo vai além de não se comportar mal. O lado vencedor deve ativamente assumir a responsabilidade pela reconciliação.
Muitas pessoas que submeteram código para o Core (e anteriormente) são coders habilidosos, e no final, trabalhando por suas visões. Essa visão não tem que ser incompatível com a visão do Classic, de forma alguma – pode ser apenas uma questão de prioridades de funcionalidades levemente diferente, com pessoas pretendendo colocar tudo lá, de qualquer modo.
Isso assume, é claro, que o hard fork ocorra. Nós ainda não estamos lá. Não tenha o sucesso como garantido; muitos projetos falharam por terem o sucesso como garantido.
(Eu também gostaria de saudar Jonathan Toomim por não participar do racha, e ao invés disso se focar em solucionar o problema para a aceitação da maioria das pessoas. MVP reais aqui.)
Alguns conselhos para o Core e apoiadores
É fácil sentir ressentimento nesse estágio, ter feito tanto trabalho duro e escrito tanto código de alta qualidade e ainda receber uma tempestade de merda por isso. Quando eu estava liderando o Partido Pirata Sueco no Parlamento Europeu, fui gradualmente me acostumando em receber uma barragem de granadas de críticas por tudo que eu fazia e pelo que não fazia, todos os dias, começando com quando eu havia ou não me levantado da cama pela manhã.
É muito difícil explicar o que isso faz à sua psique para alguém que não tenha passado por isso. Imagine que todo mundo está lá fora para pegar você, todos os dias, e lhe dando um esporro alto, o culpando por tudo, desde a laranja ser redonda até a má interpretação por um Mongol sobre o que você disse três anos atrás.
Não estou exagerando quando eu digo que as pessoas provavelmente poderiam piscar os olhos e irem usar camisas de força por muito menos.
Mas o ponto crucial quando se está numa posição de liderança é que, receber críticas por absolutamente tudo, é manter sua habilidade para classificar as críticas mais relevantes das dos motoristas no banco de trás, que fazem a vida de reclamar mas não contribuir. Você também tem que confiar em sua bússola interna da visão que você quer alcançar.
Do que eu posso dizer, o Core cometeu o erro comum, mas crucial, de se isolar da comunidade e assumir a posição de expert quando todo mundo mais está confiando nessa bússola interna sobre críticas externas, onde o Core está de alguma forma certo por definição – o desenvolvimento ocorre da forma quiser, ponto. Isso é muito perigoso para qualquer projeto open source / software livre. Outras pessoas são tão inteligentes quanto e podem ter experiência e habilidade consideráveis para avaliar as alegações feitas, e elas deveriam, não, devem ser seriamente levadas em consideração.
Para ilustrar apenas um ponto, vamos dar uma olhada aqui na solução de escala do Core, Segregated Witness.
Quando aplico minha experiência não-trivial em programação e design de sistemas – eu comecei a programar 37 anos atrás – eu vejo essas duas opções para escalar o bitcoin em curto prazo:
OPÇÃO UM – Mudar o limite do blocksize, aumentando para dois megabytes. Uma linha de código para a constante, aproximadamente dez LOCs para ativação do trigger lógico. Requer o upgrade de uma maioria de softwares de servidores.
OPÇÃO DOIS – Introduzir Segwit. Aproximadamente 500 linhas de código novo, dos quais pelo menos 100 no código hipersensível de consenso. Requer o upgrade da maioria dos softwares de servidores e todos os clientes/softwares de wallet e hardware de cliente/carteira, especialmente aqueles que precisam pagar dinheiro por um endereço arbitrário (como o Segwit apresenta um novo tipo de endereço que tanto o remetente quanto o destinatário devem lidar).
Quando os proponentes da escalabilidade do Core me dizem que a Opção Dois aqui é melhor porque é mais segura e tentam me fazer compreender essa afirmação, ou eu sou completamente insano ou a declaração é equivalente a “preto é branco e em cima é em baixo”. Não é somente contra toda a experiência em gerenciamento de risco em engenharia de software, é algo que vai tão longe que não reflete mais a luz do sol.
Quando eu tento entender mais e desafio a asserção de que a Opção Dois é mais segura – sobre o que devo dizer que são fundamentos muito bons – me é dito que eu deveria deixar o design para os experts e que eu não entendo o suficiente da complexa máquina que é o bitcoin. Eu sei, eu sou capaz de aprender complexidades, mas eu sou firmemente dito para nem tentar.
Essa não é a forma como teve sucesso em manter a comunidade. Isso não é como você quer fazer com que as pessoas usem seu código.
É claro, as pessoas são livres para rodarem quaisquer códigos que gostem. Mas as verificadas e balanços em uma comunidade de código aberto é simples: se a liderança por um projeto constrói algo diferente do que as pessoas querem rodar, elas irão rodar alguma outra coisa. É, portanto, do interesse da liderança escutar que software a maioria da comunidade quer usar. Esses interesses que competem fornecem as verificações e balanços.
Agora, eu entendo as complexidades de uma transferência de bloco vezes através do firewall chinês e que testes preliminares indicam que um full node típico está saturado com um bloco de 32 megabytes. Todavia, nenhum desses limites será alcançado por esse escalamento em particular. Também, quando indo por uma senda como essa, você trabalha em um problema por vez, resolve um gargalo por vez. As pessoas vêm sinalizando pela necessidade de aumentar o blocksize por... eu não tenho as datas aqui em mãos, mas deve ser por boa parte do ano, se não mais. Mais adiante no caminho, escalar a capacidade dos nodes pode ser feito de uma série de formas, desde GPUzar ECDSA para hardware especializado, mas isso não é o gargalo iminente.
Quando tal enorme quantidade de dados cruciais (na necessidade de aumentar o limite do blocksize) é ignorado, isso é feito sob o perigo do projeto.
As pessoas na comunidade bitcoin são geeks inteligentes, capazes de inalar quantidades absurdas de informação e cruzar referências entre todas elas. Se você é incapaz de explicar por que sua solução é melhor do que outra proposta, as pessoas ficarão extremamente insatisfeitas com a resposta “porque somos experts” – pois você deve assumir que outras pessoas na comunidade, em caso geral, são pelo menos tão inteligentes ou mais do que você é. É até mesmo possível que se você não puder explicar sua solução para uma mente aberta e inteligente, ela não seja uma boa solução.
Finalmente, algumas reflexões pessoais Infelizmente, eu acredito que o desenvolvimento do bitcoin perdeu o tato com necessidades de larga-escala durante o ano passado. No momento, há três casos de uso que todas as novas funcionalidades deveriam buscar melhorar:
Transferência de Remessa (Remittance): O ato de enviar dinheiro entre indivíduos em países diferentes.
Substituição de cartões de crédito: das perspectivas de tanto o pagador quanto do comerciante (dois casos de uso diferentes). Isso significa que um pagamento deve ser instantâneo, fácil, e muito mais barato do que uma operação via cartão de crédito. Esses três casos de uso diferentes devem ser frontal esquerda, direita e centro quando fazendo qualquer design na rede blockchain, até onde sei. Eles também reforçam a cada um quando fundos recebidos por remittance não tem que ser convertido em fiat para ser usado na compra de algo.
Se não houver lucro a ser feito no uso do bitcoin como substituto de pagamentos via cartão de crédito, bitcoin não será usado em escala. Desdobramento e ultrapassar sistemas legacy dependem inteiramente de ganhos financeiros na comercialização. A história começa e termina com essa observação.
É por isso que estou preocupado quando olho as características do 0.12. Não vejo nenhuma funcionalidade tendo como alvo algum desses três casos de uso. Fato é, eu vejo pelo menos uma funcionalidade degradando severamente a capacidade de substituir os cartões de crédito – RBF – e a falta de escalabilidade colocando em risco severamente, para não dizer removendo definitivamente, a lucratividade em substituir os cartões de crédito.
O que eu vejo, ao invés disso, é a engenharia pela engenharia. A pergunta de “quem é o cliente?” parece ter se perdido no processo. Enquanto é discutível que não haja clientes em um projeto open-source, de qualquer forma há uma importância em compreender onde os pinos da bola de boliche estão para uma tecnologia disruptiva como essa – e certamente não é no tempo de inicialização de um novo node. Eu argumentaria que, ao invés disso, os pinos da bola de boliche são os três casos de uso que listei acima, e adoraria ver um foco mais forte em casos de uso tangíveis indo em frente mesmo se as pessoas discordarem com minhas escolhas de casos.
Para o alto e avante. O bitcoin irá se recuperar e continuar.
Vamos todos aprender com essa experiência.
submitted by criptonauta to oBitcoin [link] [comments]


2015.12.20 17:07 DonSteppedOutside Match Thread: SL Benfica vs Rio Ave FC

SL Benfica 3 - 1 Rio Ave FC
Venue: Estádio da Luz
Attendance: 45.955
Kick Off: 16:00 GMT
Referee: Manuel Oliveira
Streams: Here
Starting XI
SL BENFICA RIO AVE FC
Júlio César Cassio
André Almeida Lionn
Jardel Marcelo
Lisandro López Capela
Eliseu Edimar
Samaris (46' Sub: Fejsa) Wakaso
Renato Sanches Pedro Moreira (89' Sub: Pedro Moreira)
Pizzi Bressan (13')
Gonçalo Guedes (59' Sub: Carcela) Ukra
Jonas (4') (81') Yazalde (67' Sub: João Novais)
Mitroglou (69' Sub: Jimenez (83')) Heldon (44' Sub: Joris Kayembe)
Coach: Rui Vitória Coach: Pedro Martins
Match Commentary
1st Half
1' Começou a partida! Sai o Benfica a jogar.
2' Bola lançada para a área do Rio Ave, na direção de Jonas; o brasileiro falha a receção e Cássio segura.
3' Falta sobre Jonas no meio-campo.
4' GOLO do Benfica! Jonas recebe de Pizzi na área, tenta o remate que esbarra num adversário, há uma carambola e o brasileiro tem nova oportunidade de remate, que não desperdiça! Está inaugurado o marcador!
5' Entrada forte do Benfica, marcando logo nos primeiros instantes e deixando o Rio Ave obrigado a subir as suas linhas.
6' Renato Sanches tenta o remate exterior: ao lado!
8' Manuel Oliveira mostra o cartão amarelo a Samaris, jogador que vai ficar de fora na próxima partida dos encarnados, em Guimarães.
11' O Rio Ave tenta responder através de uma jogada de entendimento entre Ukra e Yazalde no flanco direito, mas Samaris limpa a jogada.
13' GOLO do Rio Ave! Bressan, na execução de um livre direto, coloca a bola junto ao poste. De nada valeu a estirada de Júlio César.
16' Começo de partida muito frenético. O Rio Ave reagiu depressa ao golo de Jonas e chegou à igualdade através de um livre direto superiormente cobrado por Bressan. Temos jogo!
17' Volta a carregar o Benfica em busca de nova vantagem. Joga-se no meio-campo do Rio Ave.
19' Remate à baliza de Pizzi, com defesa de Cássio. Contudo, antes do "disparo", o jogador do Benfica foi empurrado por Aníbal Capela.
21' Jonas aparece na ala direita a cruzar para a área, mas a bola desvia num defesa e chega a Cássio, que lança o ataque.
29' Wakaso admoestado por falta sobre Jonas na ala esquerda.
30' Livre para Pizzi ao estilo de um canto curto.
30' Na sequência do livre os jogadores do Benfica pedem penálti, alegando mão de um jogador do Rio Ave na área.
31' Gonçalo Guedes entra na área pela esquerda, toca atrasado para Mitroglou mas Marcelo está atento e corta com classe.
33' Pizzi aponta o canto ao segundo poste mas Mitroglou cabeceia para fora.
35' Sanches lança Guedes na esquerda, mas Marcelo volta a impor-se no corpo a corpo e ganha o lance.
38' Alhassan Wakaso quase marca de cabeça, perante uma saída em falso de Júlio César!
40' Cruzamento de Gonçalo Guedes: Pizzi não chega. Pontapé de baliza para Cássio.
41' Falta de Samaris sobre Heldon, na corrida pelo corredor esquerdo do ataque do Rio Ave. O árbitro avisa o grego...
42' Heldon terá ficado lesionado. Deverá ser substituído.
45+1' Pontapé de canto para o Benfica. Pizzi coloca atrasado e Jonas remata para as nuvens.
45' Final do primeiro tempo no Estádio da Luz.
Bela partida de futebol, com um Rio Ave a ocupar muito bem o terreno, dificultando a vida ao Benfica sem abdicar do ataque. Dois lances polémicos na área do Rio Ave e um eventual 2º amarelo perdoado a Samaris também marcam esta partida.
Renato Sanches tem estado em bom plano, arrancando frequentes aplausos na Luz.
2nd Half
46' Começou a 2ª parte.
46' Fejsa entra para o lugar de Samaris.
47' Remate de Jonas: Marcelo desvia para canto.
48' Mais uma vez reclamam os jogadores do Benfica: Marcelo terá tocado na bola com a mão, na área do Rio Ave.
51' Jonas tem baixado no terreno nos lances de ataque encarnados, para receber e distribuir a bola, num movimento que tem ajudado a criar muito perigo para a baliza de Cássio.
52' Bola de Guedes para Mitroglou mas nem o grego nem Cássio, nas alturas, conseguem o desvio.
53' Renato Sanches levanta a bola na direção de Jonas, do outro lado, mas a bola acaba por ultrapassar a linha final.
55' Cruzamento de André Almeida, Pizzi terá controlado a bola com o braço, pois Manuel Oliveira assinala falta a favor do Rio Ave.
56' No que vai de segundo tempo, praticamente só se viu Rio Ave em situações defensivas. O Benfica voltou a entrar muito forte, tal como na primeira parte.
59' Carcela entra para o posto de Gonçalo Guedes.
60' Boa jogada do Rio Ave pelo seu flanco direito; o cruzamento de Bressan é que saiu demasiado largo, para André Almeida recolher.
61' Trabalho de Jonas na esquerda, sai o cruzamento atrasado e Joris Kayembe corta para canto!
62' Os adeptos encarnados começam a demonstrar alguma impaciência.
63' Mais uma iniciativa de Jonas, com um remate de meia distância a obrigar Cássio a voar. Na segunda vaga do ataque é lançamento para o Benfica.
63' Remate de longe de Pizzi, para defesa segura de Cássio.
64' Boa jogada de Carcela, chegando à área: corta Marcelo, que tem estado muito bem na partida!
67' Canto para o Rio Ave, cedido por Jardel, após cruzamento de Ukra dirigido a Yazalde.
67' Jonas sai no contra-ataque, passa para Pizzi que fica muito só lá na frente. A bola acaba em Renato Sanches que opta pelo remate exterior, fraco e ao lado.
67' João Novais rende Yazalde.
69' Jimenez é chamado para o lugar de Mitroglou.
70' 45.955 espetadores na Luz.
71' O jogo está partido, com o Benfica a meter velocidade para tentar chegar à vitória e os vila-condenses à espreita do contragolpe.
72' Desperdício de Pizzi! Lançamento longo de Eliseu, primeiro desvio de Jardel e o extremo português, ao segundo poste, a fuzilar... para as nuvens!
74' Carcela tenta a sua sorte de longe, mas a bola vai à malha lateral.
76' Bem Carcela na esquerda, a arrancar dois cruzamentos sucessivos. O segundo chega a Jiménez, que na área domina a bola mas escorrega e não consegue rematar.
77' Renato Sanches atira de fora, a bola desvia ligeiramente num defesa, Cássio voa para a defesa e a bola ainda raspa no poste!
77' Fase de maior pressão por parte do Benfica, com a bola mais perto da área contrária.
78' Cássio fica estendido no relvado e está a ser assistido.
78' Canto marcado por Pizzi, Jardel e Lisandro atrapalham-se mutuamente mas o brasileiro ainda consegue o remate, de costas para a baliza, mas sai fraco. Cássio segura.
81' GOLO do Benfica! Jonas bisa e põe o Benfica em vantagem. O golo nasce de um cruzamento teleguiado de Carcela pela direita, com o matador brasileiro a antecipar-se a Marcelo
83' GOLO do Benfica! Raul Jimenez marca. Passe de desmarcação de Jonas para o mexicano, este foge a Marcelo e não erra na cara de Cássio!
85' Em dois minutos, depois de muito sofrer, o Benfica marcou duas vezes e parece ter acabado com o jogo. Os jogadores do Benfica dedicam-se agora a gerir a vantagem.
89' Anulado golo ao Benfica, por fora de jogo de JIménez, que não se apercebeu e festejou como se tivesse valido.
89' Guedes rende Pedro Moreira.
90+1' 3 minutos acrescentados na segunda parte no Estádio da Luz.
90+2' Pizzi à entrada da área, tira um adversário do caminho e atira à barra!
90' Manuel Oliveira apita para o final da partida.
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